Jamilton
Jamilton Celio Pelizaro · nasceu em 1960
Jamilton se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2016 e 2020.
Passou por 4 partidos: PSDB (2004), PT (2008), PV (2012), PTB (2016–2020), PSDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 63 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012Vice-prefeito · Cristais Paulista (SP)PV 43· centro-esquerdaNa chapa de Tonin Raizchapa não eleita1.257 votos da chapa, 22,6%
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Jamilton declarou R$ 560,1 mil em bens, em reais de hoje: 25 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 428 mil acima da inflação.
Declarou 25 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- JamiltonR$ 560,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- 50% Dos direitos de um lote situado em cassia/mgR$ 229,8 milCasa
- 50% Dos direitos de uma casaR$ 220,9 milCasa
- Renault oroch 2019R$ 77,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Situado na fazenda barro branco em pedregulhoR$ 19,9 milTerreno rural
- Banco santanderR$ 12,2 milPoupança para construção ou aquisição de bem imóvel
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Jamilton declarou ao TSE R$ 4,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 1,5 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Cristais Paulista (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Cristais Paulista (SP), 2024
Mediana da disputa: R$ 29,2 por voto. Quem venceu, Charles Peres Cabeleireiro, gastou R$ 29,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 88,8; o mais barato, R$ 17,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bel Luquetti PLR$ 8,9 mil · 100 votosR$ 88,8
- Brunão Da Barbearia MDBR$ 3,3 mil · 42 votosR$ 78,1
- Marilene Morais MDBR$ 11 mil · 236 votosR$ 46,6
- Zé Mariano PLR$ 5,5 mil · 120 votosR$ 45,6
- Lourenço MDBR$ 3,3 mil · 80 votosR$ 41
- Allison Junior PLR$ 2,2 mil · 68 votosR$ 32,2
- Charles Peres Cabeleireiro PLR$ 5,5 mil · 187 votosR$ 29,2
- Leandro Vadim PLR$ 2,2 mil · 79 votosR$ 27,7
- Pelé MDBR$ 3,3 mil · 127 votosR$ 25,7
- Vanduir Alves PSBR$ 2,3 mil · 109 votosR$ 21,2
- Bruno Caetano Gordim PLR$ 2,2 mil · 105 votosR$ 20,8
- Professora Rose Saito PLR$ 2,2 mil · 122 votosR$ 17,9
Votos por real
- 2024, vereador: 108 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 164 votos por R$ 1.000, 4,2 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 119 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 101 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.