Apuração
Vereador · 2008 · PP

Jamil do Ônibus

Jamir Antonio Barbosa · nasceu em 1960

Jamil do Ônibus disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Guapé (MG)), pelo PP: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,67← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPP2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 48 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Guapé (MG)
    PP 11123· direita
    eleito201 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Jamil do Ônibus declarou R$ 121,3 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 121,3 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 45.000 na declaração)

Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.

  • Jamil do ÔnibusR$ 121,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 121,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Jamil do Ônibus declarou ao TSE R$ 2,2 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Guapé (MG) · PP · eleito

De onde veio

R$ 2.236
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.236.
  1. Próprio bolsoR$ 1.43864,3%
  2. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 66929,9%
  3. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 1295,7%

Para onde foi

R$ 2.236
O maior gasto foi com outros: 36% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.236. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Soares Abastecimentos Ltda EppR$ 69931,3%
  2. EscritórioR$ 36416,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Guapé (MG), 2008

Mediana da disputa: R$ 70 por voto. Quem venceu, Adeilson Amaral, gastou R$ 36,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 160; o mais barato, R$ 36,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Lurdinha PTR$ 27 mil · 169 votosR$ 160
  • Joao Da Caixa PTBR$ 5,2 mil · 36 votosR$ 143
  • Cida Miranda PSDBR$ 4,6 mil · 48 votosR$ 96,5
  • Elizete Florencio PTR$ 5,1 mil · 54 votosR$ 94,8
  • Marlene Chico Tasso PTR$ 4 mil · 44 votosR$ 90,5
  • Lucimar Do Tonhão PTR$ 5,9 mil · 66 votosR$ 90,1
  • Pedro Do Sindicato PTR$ 22 mil · 318 votosR$ 70
  • Roina Carvoeiro PTR$ 8,6 mil · 135 votosR$ 64
  • Zé Capitão PTR$ 14 mil · 232 votosR$ 62
  • Jorge Do Criolo MDBR$ 8,3 mil · 198 votosR$ 42,1
  • Restinho PTR$ 5,3 mil · 137 votosR$ 38,6
  • Adeilson Amaral PSCR$ 9,9 mil · 272 votosR$ 36,4

Votos por real

  • 2008, vereador: 90 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.