Jairzinho do Bairro Alto
Jair da Silva · nasceu em 1959
Jairzinho do Bairro Alto se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Passou por 3 partidos: DEM (2008), PDT (2012), MDB (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, até o fundamental, trabalhador de construção civil, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Jairzinho do Bairro Alto declarou R$ 50,3 mil em bens, em reais de hoje: 2,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 30,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Jairzinho do Bairro AltoR$ 50,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Jairzinho do Bairro Alto declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 5,9 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Pariquera-Açu (SP) · MDB · eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Pariquera-Açu (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 56,7 por voto. Quem venceu, Rodrigo Mendes, gastou R$ 43,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.293; o mais barato, R$ 14,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Armando Oliveira PTR$ 5,2 mil · 4 votosR$ 1.293
- Chico Iano PTR$ 3,7 mil · 17 votosR$ 215
- Rosa Bento PSDBR$ 6,8 mil · 38 votosR$ 179
- Professora Leide PTR$ 3,7 mil · 28 votosR$ 132
- Delmar Simões DEMR$ 23 mil · 317 votosR$ 72,7
- Professora Nivea PTR$ 3,8 mil · 55 votosR$ 68,6
- Nei PTR$ 3,7 mil · 66 votosR$ 56,7
- Gilmar Da Marajó PSBR$ 2,7 mil · 51 votosR$ 52,2
- Rodrigo Mendes PSBR$ 21 mil · 486 votosR$ 43,7
- João Pinheiro PLR$ 3,3 mil · 109 votosR$ 30
- Bruno Arcari REPUBLICANOSR$ 3 mil · 208 votosR$ 14,2
- Eliane Viccaro Trianoski DEMR$ 3,2 mil · 224 votosR$ 14,1
Votos por real
- 2016, vereador: 72 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 89 votos por R$ 1.000, 5,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.