Jair de Mattos
nasceu em 1971
Jair de Mattos se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PP (2004), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Jair de Mattos declarou R$ 42,2 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 58% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Jair de MattosR$ 42,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Jair de Mattos declarou ao TSE R$ 3,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 2,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Barracão (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.45764,3%
- PessoasR$ 81035,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.45764,3%
- ServiçosR$ 81035,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Barracão (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 36,2 por voto. Quem venceu, Tobias, gastou R$ 26,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 765; o mais barato, R$ 26,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adao Do Brique PPR$ 5,4 mil · 7 votosR$ 765
- Lucelia PPR$ 13 mil · 21 votosR$ 606
- Rubia PPR$ 9,3 mil · 20 votosR$ 465
- Mara Da Serraria PTR$ 7,7 mil · 106 votosR$ 73
- Dioraci PPR$ 5,4 mil · 111 votosR$ 48,3
- Chaves CIDADANIAR$ 4,7 mil · 104 votosR$ 45,2
- Vilson Jacobi PTR$ 6,7 mil · 186 votosR$ 36,2
- Jorge Lyra PTR$ 6 mil · 179 votosR$ 33,6
- Abel MDBR$ 7,5 mil · 240 votosR$ 31,4
- Renato Carlos De Souza PPR$ 7,8 mil · 259 votosR$ 30
- Dirceu Carniel PPR$ 9,7 mil · 324 votosR$ 29,9
- Tobias PPR$ 9,8 mil · 369 votosR$ 26,7
Votos por real
- 2016, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 151 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.