Jair Bordocho
Jair Gomes Pereira · nasceu em 1952
Jair Bordocho se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2008–2016), PODE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 67 anos, até o fundamental, padeiro, confeiteiro e assemelhados, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Jair Bordocho declarou R$ 7.182 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 6.300, já descontada a inflação.
Declarou 25% da mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2020.
- Jair BordochoR$ 7.182
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 134,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Jair Bordocho declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 8,2 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Novo Brasil (GO) · PODE · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Novo Brasil (GO), 2020
Mediana da disputa: R$ 13 por voto. Quem venceu, Márcio Do Helhão, gastou R$ 7,05 por voto. O voto mais caro custou R$ 283; o mais barato, R$ 5,35.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Josy Da Academia PODER$ 2,8 mil · 10 votosR$ 283
- Edna Da Confecção PODER$ 2,7 mil · 12 votosR$ 224
- Maria Juliene PSDR$ 1 mil · 9 votosR$ 114
- Aninha PODER$ 2,7 mil · 28 votosR$ 96
- Irmã Jucilene Do Gaspar PSDR$ 1 mil · 46 votosR$ 22,2
- Pedro Do Onofre PODER$ 1,3 mil · 77 votosR$ 16,7
- Carlos Da Matinha PDTR$ 1,4 mil · 109 votosR$ 13
- Gleiton Da Silva PDTR$ 1,3 mil · 127 votosR$ 10,5
- Antonio Do Miguelino PSDBR$ 736 · 72 votosR$ 10,2
- Antônio Barbosa PSDR$ 1 mil · 127 votosR$ 8,05
- Márcio Do Helhão PSDR$ 1 mil · 145 votosR$ 7,05
- Wálison Rangel PSDBR$ 793 · 148 votosR$ 5,35
Votos por real
- 2020, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 8,3 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.