Jaime
Jaime Costódio Manoel · nasceu em 1969
Jaime se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor indígena. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vereador · São Paulo de Olivença (AM)MDB 15678· centro-direita· na urna, Jaime Costodioeleito388 votos
- 2012Vereador · São Paulo de Olivença (AM)MDB 15678· centro-direita· na urna, Jaime Costodioeleito384 votos
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Jaime declarou R$ 373,5 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (58%) dos candidatos a vereador no Amazonas não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Jaime declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 8,3 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · São Paulo de Olivença (AM) · MDB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, São Paulo de Olivença (AM), 2020
Jaime: R$ 47,2 por voto (mediana da disputa, R$ 3,49). Quem venceu, Jorge Bacú, gastou R$ 2,08 por voto. O voto mais caro custou R$ 217; o mais barato, R$ 2,08.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Jaime. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professora Anita PTR$ 5,6 mil · 26 votosR$ 217
- Professor Adahilton Martns PTR$ 7 mil · 133 votosR$ 53
- Jaime MDBR$ 4,2 mil · 90 votosR$ 47,2
- Renato Marques PSDBR$ 4,4 mil · 733 votosR$ 6,05
- Professor Aclilson PPR$ 1,4 mil · 386 votosR$ 3,73
- Lourinho PPR$ 2,4 mil · 686 votosR$ 3,57
- Pauo Felipe PPR$ 1,5 mil · 417 votosR$ 3,49
- Paulino Firmino PLR$ 1,4 mil · 416 votosR$ 3,47
- Max Santana PLR$ 759 · 229 votosR$ 3,31
- Francisco Tikuna PPR$ 733 · 224 votosR$ 3,27
- Gabriel Müller PSDBR$ 1 mil · 377 votosR$ 2,70
- Jorge Bacú PSDBR$ 1,5 mil · 701 votosR$ 2,08
Votos por real
- 2020, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 388 votos por R$ 1.000, 8,4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 135 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.