Jackson da Estação
Jose Jackson de Oliveira · nasceu em 1968
Jackson da Estação se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PL (2004), PT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, ensino médio, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Jackson da Estação declarou R$ 114,9 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (52%) dos candidatos a vereador em Sergipe não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Jackson da Estação declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Propriá (SE) · PT · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 3.05767,6%
- Próprio bolsoR$ 1.46532,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.92542,6%
- ServiçosR$ 1.41531,3%
- InternetR$ 70815,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4259,4%
- EscritórioR$ 501,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Propriá (SE), 2020
Mediana da disputa: R$ 28,7 por voto. Quem venceu, Nêgo De Marli, gastou R$ 12,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 778; o mais barato, R$ 12,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mestre Mazinho AVANTER$ 7 mil · 9 votosR$ 778
- Rose Da Saúde PVR$ 8,5 mil · 55 votosR$ 155
- Maria Jose Irmã De Elisabete PVR$ 6,1 mil · 69 votosR$ 88,2
- Dr Paulo Cesar AVANTER$ 16 mil · 214 votosR$ 74,7
- Zé Américo REPUBLICANOSR$ 8,2 mil · 154 votosR$ 53,5
- Crispim De Pita PLR$ 7,3 mil · 144 votosR$ 50,5
- Junior De São Miguel PLR$ 7,4 mil · 256 votosR$ 28,7
- Heldes PSDR$ 6 mil · 282 votosR$ 21,1
- Mattheus PLR$ 9 mil · 436 votosR$ 20,7
- Aelson Publicidade PSDR$ 8,7 mil · 426 votosR$ 20,5
- João Paulo De Renatinho PSDR$ 9,2 mil · 514 votosR$ 17,8
- Nêgo De Marli MDBR$ 6 mil · 477 votosR$ 12,5
Votos por real
- 2020, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 47 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.