Jacinto
Jacinto Martiniano de Carvalho · nasceu em 1957
Jacinto se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 3 partidos: PL (2004), PSDB (2008–2012), PP (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 59 anos, até o fundamental, empresário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Jacinto declarou R$ 13,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 13,9 mil, já descontada a inflação.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 52% da mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2012.
- JacintoR$ 13,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 73,4 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Jacinto declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Padre Marcos (PI) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.18687,1%
- Outros candidatosR$ 32412,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.68469,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 40516,8%
- ServiçosR$ 32413,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Padre Marcos (PI), 2016
Mediana da disputa: R$ 25,7 por voto. Quem venceu, Neli, gastou R$ 14,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.295; o mais barato, R$ 14,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Wallacy PSDBR$ 5,2 mil · 4 votosR$ 1.295
- Irmão Helton PSBR$ 6,7 mil · 150 votosR$ 44,5
- Linnara Benedito Moura PSDR$ 9,5 mil · 308 votosR$ 30,8
- Gg Macedo PDTR$ 7,4 mil · 275 votosR$ 26,8
- Antonio Chiquinho PSDBR$ 10 mil · 373 votosR$ 26,7
- Assis MDBR$ 6,5 mil · 252 votosR$ 25,7
- Iranildo PSBR$ 7,2 mil · 333 votosR$ 21,5
- Professor Bonifácio PTR$ 7,4 mil · 389 votosR$ 19,1
- Antonio Neto AGIRR$ 5,6 mil · 343 votosR$ 16,4
- Maninha PPR$ 5,8 mil · 365 votosR$ 15,9
- Neli REPUBLICANOSR$ 5,1 mil · 357 votosR$ 14,2
Votos por real
- 2016, vereador: 111 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 229 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.