Jacinho
Roque Jackson Ramos Gordiano · nasceu em 1974
Jacinho se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PL (2004–2008), PDT (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2012: 38 anos, ensino médio, empresário. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Jacinho declarou R$ 76,7 mil em bens, em reais de hoje: 5,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 58,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2012.
- JacinhoR$ 76,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Jacinho declarou ao TSE R$ 7,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 4,9 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Valente (BA) · PL · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Valente (BA), 2008
Mediana da disputa: R$ 19,9 por voto. Quem venceu, Regi Mota, gastou R$ 5,69 por voto. O voto mais caro custou R$ 178; o mais barato, R$ 5,69.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Solange Do Banco Do Brasil PHSR$ 9,4 mil · 53 votosR$ 178
- Ramos PDTR$ 10 mil · 65 votosR$ 158
- Roberto Do Forum CIDADANIAR$ 19 mil · 451 votosR$ 41,3
- Marcondes Cunha PTR$ 9,8 mil · 386 votosR$ 25,3
- Ivo CIDADANIAR$ 11 mil · 454 votosR$ 24,4
- Ivanilton REPUBLICANOSR$ 8,4 mil · 391 votosR$ 21,6
- Zé De Zeli MDBR$ 12 mil · 605 votosR$ 19,9
- Gabriel MDBR$ 12 mil · 658 votosR$ 17,8
- Leninha Do Sindicato PTR$ 7,8 mil · 539 votosR$ 14,4
- Manoel De Juvilo MDBR$ 4,1 mil · 412 votosR$ 9,94
- Toninho De Kid PSCR$ 5,8 mil · 744 votosR$ 7,81
- Regi Mota REPUBLICANOSR$ 3,8 mil · 663 votosR$ 5,69
Votos por real
- 2008, vereador: 244 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 127 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.