Apuração
Vereador · 2012 · MDB

J. Junior

José Carlos Moraes Nunes Junior · nasceu em 1962

J. Junior se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,32← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2006PL2012MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PL (2004–2006), MDB (2012).

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPLMDB20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 49 anos, superior completo, policial civil. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    MDB 15151· centro-direita
    suplente
  2. 2006
    Deputado estadual · Goiás
    PL 22627· direita· na urna, J. Júnior
    suplente1.541 votos; 236º mais votado de 473 no estado
  3. 2004
    PL 22· direita
    não eleito2.576 votos, 7,3%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, J. Junior teve 1.541 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 236º lugar entre 473 candidatos.

Recebeu votos em 25 cidades. Valparaíso de Goiás deu 72,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,3%.

1.541 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.541 votos.
  1. Valparaíso de Goiás (GO)1.111 votos72,1%
  2. Planaltina (GO)106 votos6,9%
  3. Padre Bernardo (GO)75 votos4,9%
  4. Goiânia (GO)69 votos4,5%
  5. Cidade Ocidental (GO)53 votos3,4%
  6. Outras 10 cidades11 votos0,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, J. Junior declarou R$ 2,7 mi em bens, em reais de hoje: 57 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2006 e 2012, o total subiu R$ 2,1 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 2,7 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.245.600 na declaração)

Declarou 57 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2012.

  • J. JuniorR$ 2,7 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 47,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 141,3 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2,7 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 13 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Escola primeiros passos LTDAR$ 1,5 mi
    Quotas ou quinhões de capital
  2. 50 Hectares na estancia do pipiripau IIR$ 701,2 mil
    Terreno rural
  3. Camionete, marca toyota, hylux, ano 2009, (financiamento)R$ 214,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Premoldado medindo 20X12R$ 76,7 mil
    Galpão
  5. PremoldadoR$ 65,7 mil
    Galpão
  6. Trator com 4 rodasR$ 65,7 mil
    Outros bens móveis
  7. Casa de caseiro na chac. recreio primeiros passosR$ 26,3 mil
    Benfeitorias
  8. Bolsão para criação de peixe na chac. recreio primeiros…R$ 22,4 mil
    Benfeitorias
  9. Galinheiro em alvenaria na chac. recreio primeiros passosR$ 11 mil
    Benfeitorias
  10. Plantadeira, marca tatu com seis linhasR$ 3.506
    Outros bens móveis
  11. Grade aradoraR$ 3.068
    Outros bens móveis
  12. Grade niveladoraR$ 2.630
    Outros bens móveis
  13. Carreta, capacidade 4 toneladasR$ 2.630
    Outros bens móveis

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, J. Junior declarou ao TSE R$ 178 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 150 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Valparaíso de Goiás (GO) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 27,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 27,3 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 23 mil84,1%
  2. EmpresasR$ 4.33215,9%

Para onde foi

R$ 27,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 44% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 27,3 mil.
  1. Material impressoR$ 12 mil43,8%
  2. EscritórioR$ 9.95336,4%
  3. PessoalR$ 5.38919,7%
  4. OutrosR$ 4< 0,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Valparaíso de Goiás (GO), 2012

Mediana da disputa: R$ 133 por voto. Quem venceu, Joaquim Lacerda, gastou R$ 60,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 612; o mais barato, R$ 60,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 10 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.