Ivone Siqueira
Maria Ivone Siqueira · nasceu em 1968
Ivone Siqueira se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, até o fundamental, agente de saúde e sanitarista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ivone Siqueira declarou R$ 6.499 em bens, em reais de hoje.
Declarou 9% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Ivone SiqueiraR$ 6.499
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Ivone Siqueira declarou ao TSE R$ 2,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 907.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Tapera (RS) · PP · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 74582,1%
- PessoasR$ 16217,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 74582,1%
- ServiçosR$ 16217,9%
Quanto custou cada voto: vereadora, Tapera (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 23,6 por voto. Quem venceu, Pipe, gastou R$ 10,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 53,7; o mais barato, R$ 10,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Dionisio PPR$ 3,4 mil · 64 votosR$ 53,7
- Jacson Lauxen PDTR$ 14 mil · 326 votosR$ 41,9
- Yeda Gregory MDBR$ 4,6 mil · 157 votosR$ 29,3
- Pita PPR$ 4,8 mil · 181 votosR$ 26,6
- Rodrigo PTBR$ 5,8 mil · 246 votosR$ 23,7
- Arizinho PPR$ 5,2 mil · 219 votosR$ 23,6
- Claudio Schultz PPR$ 4 mil · 263 votosR$ 15,1
- Alexandre Durigon PPR$ 4,2 mil · 353 votosR$ 11,9
- Elias Goulart PPR$ 3,4 mil · 294 votosR$ 11,5
- Pipe PSBR$ 3,4 mil · 320 votosR$ 10,6
Votos por real
- 2016, vereadora: 29 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 70 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 153 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.