Apuração
Vice-prefeito · 2020 · PT

Ivo Dickel

Ivo Ferreira Dickel · nasceu em 1970

Ivo Dickel se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,42← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2020PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo PT.

Vice-prefeitoVereadorPartidoPT’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Ronda Alta (RS)
    PT 40· esquerda
    chapa não eleita3.079 votos da chapa, 48,6%
  2. 2004
    Vereador · Ronda Alta (RS)
    PT 13333· centro-esquerda
    eleito360 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Ivo Dickel declarou R$ 445,3 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 445,3 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 310.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 445,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Ivo Dickel declarou ao TSE R$ 2,4 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereador · Ronda Alta (RS) · PT · eleito

De onde veio

R$ 2.444
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 2.421
O maior gasto foi com transporte: 68% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.421. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Auto Abastecedora Tres LtdaR$ 1.63967,7%
  2. Material impressoTudo de Artes Grafica Seben LtdaR$ 64526,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Ronda Alta (RS), 2004

Mediana da disputa: R$ 12,6 por voto. Quem venceu, Antao Pavoski, gastou R$ 7,26 por voto. O voto mais caro custou R$ 41,3; o mais barato, R$ 7,26.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Gabi PTR$ 15 mil · 366 votosR$ 41,3
  • Marcelo Dias PSBR$ 2,7 mil · 100 votosR$ 27
  • Scariot PPR$ 7 mil · 347 votosR$ 20,2
  • Mothio Orbak PDTR$ 6,3 mil · 351 votosR$ 17,9
  • Nelson PTR$ 3,2 mil · 197 votosR$ 16,3
  • Barbiero PPR$ 4 mil · 283 votosR$ 14
  • Perico PTBR$ 6 mil · 477 votosR$ 12,6
  • Jair Silveira PTBR$ 3,7 mil · 312 votosR$ 12
  • Juliano Ribeiro PDTR$ 3,3 mil · 304 votosR$ 10,9
  • Baixinho PTR$ 3,2 mil · 385 votosR$ 8,25
  • Preta MDBR$ 3,3 mil · 398 votosR$ 8,18
  • Antao Pavoski PDTR$ 3 mil · 413 votosR$ 7,26

Votos por real

  • 2004, vereador: 149 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.