Ivan Cunha
Invan Carlos Cunha · nasceu em 1972
Ivan Cunha se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 44 anos, ensino médio, pecuarista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Ivan Cunha declarou R$ 839,4 mil em bens, em reais de hoje: 8,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 8,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2008.
- Ivan CunhaR$ 839,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 99,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 169,6 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 5 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Imóvel ruralcom área de 518R$ 539,3 milBens rurais e animais
- Imóvel residencial urbanoR$ 121,3 milImóveis
- 130 Cabeças de gado bovino neloreR$ 108,7 milBens rurais e animais
- Veículo pick up fiat estrada ano 2002R$ 59,3 milVeículos, barcos e aeronaves
- Motocicleta honda biz ano 2003R$ 10,8 milVeículos, barcos e aeronaves
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Ivan Cunha declarou ao TSE R$ 107 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 63 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Nova Canaã do Norte (MT) · PSDB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 2.37973,9%
- Próprio bolsoR$ 84226,1%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.29540,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 97230,2%
- Material impressoR$ 94629,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Nova Canaã do Norte (MT), 2016
Mediana da disputa: R$ 88,4 por voto. Quem venceu, Nivaldo Rodrigues Soares, gastou R$ 52,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 300; o mais barato, R$ 52,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rony Do Comercio PVR$ 20 mil · 67 votosR$ 300
- Zezinho PDTR$ 23 mil · 100 votosR$ 231
- Nogueirinha PDTR$ 24 mil · 148 votosR$ 161
- José Lindomar De Oliveira DEMR$ 17 mil · 109 votosR$ 156
- Izaias Da Silva PDTR$ 16 mil · 122 votosR$ 134
- Rubens Colombelli SOLIDARIEDADER$ 30 mil · 233 votosR$ 127
- Genesio Camilo De Carvalho CIDADANIAR$ 21 mil · 242 votosR$ 88,4
- Baianinho PDTR$ 17 mil · 220 votosR$ 76,8
- Edilson Máximo PSDBR$ 16 mil · 224 votosR$ 70,9
- Vandinha Lucia Trindade PDTR$ 16 mil · 224 votosR$ 69,5
- Marcos Sanches SOLIDARIEDADER$ 18 mil · 308 votosR$ 59,4
- Nivaldo Rodrigues Soares PSDR$ 16 mil · 295 votosR$ 52,9
Votos por real
- 2016, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 7,4 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 7,4 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 5,9 votos por R$ 1.000, 21% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.