Ithon Dewes
nasceu em 1991
Ithon Dewes disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Cerro Largo (RS)), pelo PV: não eleito.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 25 anos, superior completo, engenheiro, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ithon Dewes declarou R$ 690,9 mil em bens, em reais de hoje: 9,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 9,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Ithon DewesR$ 690,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Ithon Dewes declarou ao TSE R$ 729 em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Cerro Largo (RS) · PV · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Cerro Largo (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 25,2 por voto. Quem venceu, Junior Frantz, gastou R$ 7,05 por voto. O voto mais caro custou R$ 68,1; o mais barato, R$ 7,05.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bea Lino MDBR$ 5,9 mil · 87 votosR$ 68,1
- Nelson Sulzbacher PPR$ 12 mil · 233 votosR$ 49,4
- Vanise Beatriz Brum PPR$ 9,1 mil · 218 votosR$ 41,7
- Mara Schmatz PTR$ 5,3 mil · 150 votosR$ 35,6
- Paulo Kipper MDBR$ 10 mil · 395 votosR$ 26,1
- Carmo MDBR$ 9,2 mil · 358 votosR$ 25,6
- Profe Marta PPR$ 9,1 mil · 361 votosR$ 25,2
- Neivo José Schmidt PPR$ 12 mil · 545 votosR$ 22
- Andrei Machado PPR$ 5,7 mil · 261 votosR$ 21,7
- Valdir München MDBR$ 9,6 mil · 513 votosR$ 18,7
- Mário Scheid - Tio Mário MDBR$ 5,9 mil · 329 votosR$ 18,1
- Junior Frantz PDTR$ 5 mil · 710 votosR$ 7,05
Votos por real
- 2016, vereador: 202 votos por R$ 1.000, 4,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.