Itamar André
Itamar André dos Santos · nasceu em 1961
Itamar André se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 4.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2020.
Passou por 4 partidos: PDT (2004), PTB (2008–2016), PATRIOTA (2020), PP (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 63 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Itamar André declarou R$ 324,6 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 232,9 mil acima da inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Itamar AndréR$ 324,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Casa Residencial no Distrito de PindaíbasR$ 165,7 milCasa
- carro Hyundai/Creta1TA LimitedR$ 143,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Em espécieR$ 8.617Dinheiro em espécie
- Dinheiro em Conta CorrenteR$ 6.628Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Itamar André declarou ao TSE R$ 51 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Patos de Minas (MG) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.81065,4%
- PessoasR$ 1.71519,3%
- Outros candidatosR$ 1.32314,9%
- PartidoR$ 360,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 6.47791,6%
- OutrosR$ 4486,3%
- InternetR$ 1442%
Quanto custou cada voto: vereador, Patos de Minas (MG), 2024
Mediana da disputa: R$ 61,1 por voto. Quem venceu, José Eustáquio, gastou R$ 15,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 659; o mais barato, R$ 15,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Tati Babilônia MDBR$ 22 mil · 33 votosR$ 659
- Águida Helena PTR$ 48 mil · 198 votosR$ 242
- Professor Ricardo Barreto PTR$ 22 mil · 141 votosR$ 153
- Dôra Eduarda SOLIDARIEDADER$ 45 mil · 596 votosR$ 75,2
- José Lucilo Duda PTR$ 41 mil · 570 votosR$ 72
- William Lima Remelexo PLR$ 25 mil · 412 votosR$ 61,1
- Nayara Cruz (Miúdo) PRDR$ 31 mil · 514 votosR$ 60,2
- João Marra SOLIDARIEDADER$ 44 mil · 916 votosR$ 48,6
- Élida Abreu PTR$ 25 mil · 730 votosR$ 33,8
- Vitor Porto MDBR$ 38 mil · 1.155 votosR$ 33,1
- José Eustáquio MDBR$ 31 mil · 1.948 votosR$ 15,7
Votos por real
- 2024, vereador: 156 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 159 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 94 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 136 votos por R$ 1.000, 4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.