Ismael Muniz
Ismael da Silva Muniz · nasceu em 1970
Ismael Muniz se candidatou em 7 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 5 partidos: PT (2008–2016), PRP (2018), DEM (2020), PL (2022), SOLIDARIEDADE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 54 anos, superior completo, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2018, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2022
- 2020
- 2018
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Ismael Muniz teve 1.592 votos para deputado estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 76º lugar entre 333 candidatos.
Recebeu votos em 20 cidades. Rio Branco deu 80,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,4%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ismael Muniz declarou R$ 48,7 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Acre. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 16 mil, já descontada a inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Acre em 2016.
- Ismael MunizR$ 48,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 24,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 105,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 7 campanhas com contas prestadas, Ismael Muniz declarou ao TSE R$ 232 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 64 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Rio Branco (AC) · SOLIDARIEDADE · suplente
De onde veio
Para onde foi
- PessoalR$ 8.09374%
- Material impressoR$ 2.84426%
Quanto custou cada voto: vereador, Rio Branco (AC), 2024
Mediana da disputa: R$ 180 por voto. Quem venceu, Lucilene Da Droga Vale, gastou R$ 48 por voto. O voto mais caro custou R$ 4.710; o mais barato, R$ 48.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Izaura Souza PPR$ 193 mil · 41 votosR$ 4.710
- Joana D Arc PPR$ 193 mil · 161 votosR$ 1.196
- Pricila Paulino PPR$ 192 mil · 243 votosR$ 791
- Rabelo Goes PPR$ 192 mil · 654 votosR$ 294
- Prof. Shirley Torres PVR$ 193 mil · 668 votosR$ 289
- Zé Luiz Da Autoescola Débora PVR$ 193 mil · 810 votosR$ 238
- Leandro Costa CIDADANIAR$ 194 mil · 1.075 votosR$ 180
- André Kamai PTR$ 201 mil · 2.240 votosR$ 89,6
- Richard Brilhante PSDBR$ 193 mil · 2.492 votosR$ 77,5
- Degmar Kinpara PSDBR$ 196 mil · 2.543 votosR$ 77,2
- Gabriela Câmara PPR$ 192 mil · 3.774 votosR$ 50,9
- Lucilene Da Droga Vale PPR$ 192 mil · 4.007 votosR$ 48
Votos por real
- 2024, vereador: 127 votos por R$ 1.000, 18 vezes a mediana da disputa.
- 2022, deputado estadual: 43 votos por R$ 1.000, 5,4 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 121 votos por R$ 1.000, 5,9 vezes a mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 128 votos por R$ 1.000, 6,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.