Irmão Guina
Eguinaldo Rodrigues Feitoza · nasceu em 1966
Irmão Guina se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020 e 2024.
Passou por 4 partidos: PTB (2008), PSC (2012–2016), PSDB (2020), PL (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 58 anos, superior incompleto, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Irmão Guina declarou R$ 203,1 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 127,6 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2016.
- Irmão GuinaR$ 203,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 81,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 214,1 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa de alvenaria no bairro jardim ouro verdeR$ 113,7 milCasa
- Casa de alvenaria no bairro santa rosaR$ 48,7 milCasa
- Veiculo palio ano 2002R$ 24,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veiculi parati ano 1994R$ 11,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto honda titan 125 ano 2009R$ 4.874Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Irmão Guina declarou ao TSE R$ 33 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Nova Olímpia (MT) · PL · eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Liberal (Pl)R$ 5.46897,2%
- PartidoR$ 1602,8%
Para onde foi
- OutrosTudo de Fabio Da Silva SantosR$ 1.14821%
Quanto custou cada voto: vereador, Nova Olímpia (MT), 2024
Mediana da disputa: R$ 46 por voto. Quem venceu, Luiz Henrique, gastou R$ 16,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 328; o mais barato, R$ 16,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Pastor Sérgio PLR$ 16 mil · 50 votosR$ 328
- Cajueiro PPR$ 7,9 mil · 29 votosR$ 274
- Cabo Cassio Fabiano PRDR$ 9,6 mil · 68 votosR$ 141
- Elias Da Ambulância PPR$ 9 mil · 67 votosR$ 135
- Marcia Oliveira UNIÃOR$ 7,8 mil · 62 votosR$ 126
- Felipe Borges PPR$ 7,7 mil · 91 votosR$ 84,1
- Guerreiro PPR$ 9,2 mil · 200 votosR$ 46
- Silvano Gregorio PRDR$ 13 mil · 381 votosR$ 35,2
- Professor Florisvaldo PLR$ 11 mil · 318 votosR$ 34,4
- Moreno Do Esporte PSDBR$ 9,8 mil · 370 votosR$ 26,6
- Ronaldo Do Sem Terra PPR$ 8,8 mil · 494 votosR$ 17,8
- Luiz Henrique PSDBR$ 8,9 mil · 530 votosR$ 16,8
Votos por real
- 2024, vereador: 63 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 132 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 90 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.