Apuração
Vereador · 2024 · PODE

Irmão Edivaldo

Edivaldo Cavalcante Pinto · nasceu em 1983

Irmão Edivaldo disputou uma eleição, em 2024, para vereador (Matias Olímpio (PI)), pelo PODE: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,49← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPODE2024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 41 anos, ensino médio, agente de saúde e sanitarista, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    PODE 20111· direita
    não eleito165 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2024, Irmão Edivaldo declarou ao TSE R$ 1,6 mil em receitas, em reais de hoje.

2024 · Vereador · Matias Olímpio (PI) · PODE · não eleito

De onde veio

R$ 1.575
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2024.

Quanto custou cada voto: vereador, Matias Olímpio (PI), 2024

Mediana da disputa: R$ 13,7 por voto. Quem venceu, Roberto Do Bibio, gastou R$ 8,24 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.595; o mais barato, R$ 8,24.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.