Irmão do Caminhão
Joao Carlos Felzemburgh de Castro · nasceu em 1968
Irmão do Caminhão se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PAN (2002), DEM (2016), AVANTE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, até o fundamental, taxista, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2002Deputado estadual · BahiaPAN 26123· sem classificação· na urna, João Felzemburghnão eleito1.035 votos; 275º mais votado de 493 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Irmão do Caminhão teve 1.035 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 275º lugar entre 493 candidatos.
Recebeu votos em 40 cidades. Salvador deu 81,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Irmão do Caminhão declarou R$ 27 mil em bens, em reais de hoje: 3,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 379,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- Irmão do CaminhãoR$ 27 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Irmão do Caminhão declarou ao TSE R$ 7,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 7,1 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · São Gonçalo dos Campos (BA) · AVANTE · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 39699,3%
- EscritórioR$ 30,7%
Quanto custou cada voto: vereador, São Gonçalo dos Campos (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 11,8 por voto. Quem venceu, Sergio De Dezinho, gastou R$ 4,51 por voto. O voto mais caro custou R$ 96,7; o mais barato, R$ 4,51.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Carmen Moraes PTR$ 3,4 mil · 35 votosR$ 96,7
- Professora Rosane Pontes PSOLR$ 3,2 mil · 42 votosR$ 76,7
- Gabriel Lêdo PSBR$ 7,5 mil · 375 votosR$ 20
- Elson Cazumbá Sinho PSOLR$ 3,1 mil · 187 votosR$ 16,8
- Joca PPR$ 11 mil · 635 votosR$ 16,6
- Xodó AVANTER$ 6,2 mil · 512 votosR$ 12,1
- Nego De Nascimento PTR$ 3 mil · 255 votosR$ 11,8
- Edmundo De Caboquinho PSDR$ 5,5 mil · 564 votosR$ 9,70
- Priscila Marques PTR$ 6,3 mil · 722 votosR$ 8,71
- Grilo De Dinho PTR$ 3,4 mil · 534 votosR$ 6,29
- Cau De Lili PPR$ 2,8 mil · 517 votosR$ 5,47
- Sergio De Dezinho PSDR$ 3,1 mil · 678 votosR$ 4,51
Votos por real
- 2020, vereador: 112 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 67 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 144 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.