Irmã Cristina
Joana Cristina Rodrigues dos Santos · nasceu em 1959
Irmã Cristina se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSDB (2004–2008), PROS (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, superior completo, pedagogo, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Irmã Cristina declarou R$ 183,6 mil em bens, em reais de hoje: 23 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 121,6 mil acima da inflação.
Declarou 23 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2016.
- Irmã CristinaR$ 183,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 8.123
- Mediana dos eleitosR$ 56,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa localizada na rua joaquim pacifico 165 bairro jk picuiR$ 97,5 milCasa
- Fiat/strada working cd ano 2010/2011 cor beje placa…R$ 46,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Terreno localizado na rua clementino henriques jkR$ 16,2 milTerreno
- Terreno localizado na rua joaquim pacifico dantas jk picuiR$ 16,2 milTerreno
- Propriedade no sitio salgado zona rural de cuitéR$ 6.499Terra nua
- Conta corrente no banco do brasil agencia 2441-4 conta…R$ 512Caderneta de poupança
- Conta poupança no banco do brasil agencia 2441-4 conta…R$ 11Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Irmã Cristina declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 6,6 mil, 1,9% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Picuí (PB) · PROS · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.46198,1%
- Outros candidatosR$ 1231,9%
Para onde foi
- TransporteR$ 4.94775,1%
- ServiçosR$ 1.29519,7%
- Material impressoR$ 2694,1%
- OutrosR$ 731,1%
Quanto custou cada voto: vereadora, Picuí (PB), 2016
Mediana da disputa: R$ 21,3 por voto. Quem venceu, Del De Ademar, gastou R$ 10,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 61,5; o mais barato, R$ 10,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lúcia Cavalcanti PSDR$ 13 mil · 205 votosR$ 61,5
- Reginaldo Araújo PSBR$ 13 mil · 275 votosR$ 47,5
- Gerlano Dantas PSBR$ 8,6 mil · 248 votosR$ 34,8
- Manoelzinho PSBR$ 9 mil · 285 votosR$ 31,6
- Adaiano Farias PSBR$ 8,5 mil · 312 votosR$ 27,2
- Ataíde Xavier PSDR$ 11 mil · 502 votosR$ 21,3
- Professor Jean Barros PTR$ 10 mil · 468 votosR$ 21,3
- Aldemir Macedo AVANTER$ 11 mil · 585 votosR$ 19,4
- Almir Dantas DEMR$ 9,9 mil · 521 votosR$ 19
- Ednalva PSDR$ 9,1 mil · 555 votosR$ 16,5
- Ranieri Ferreira PTR$ 11 mil · 864 votosR$ 13,3
- Del De Ademar MDBR$ 8,8 mil · 854 votosR$ 10,3
Votos por real
- 2016, vereadora: 19 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 85 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.