Irmã Cinelândia
Maria Cinelandia Barros Lopes · nasceu em 1960
Irmã Cinelândia se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PP (2002), PSDB (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 47 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2002Deputada federal · PiauíPP 1111· direita· na urna, Irmã Cinelandiasuplente19.526 votos; 16º mais votada de 80 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Irmã Cinelândia teve 19.526 votos para deputada federal, 1,3% dos votos válidos do estado: 16º lugar entre 80 candidatos.
Recebeu votos em 223 cidades. Teresina deu 16,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 44,6%.
- Teresina (PI)3.293 votos16,9%
- Picos (PI)1.626 votos8,3%
- Parnaíba (PI)880 votos4,5%
- Barras (PI)530 votos2,7%
- Luis Correia (PI)277 votos1,4%
- Outras 208 cidades10.812 votos55,4%
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Irmã Cinelândia declarou R$ 641,9 mil em bens, em reais de hoje: 16 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí.
Declarou 16 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2008.
- Irmã CinelândiaR$ 641,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 40,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 70,1 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Irmã Cinelândia declarou ao TSE R$ 204 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 126 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereadora · Teresina (PI) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 66,9 mil53,2%
- PessoasR$ 56,9 mil45,3%
- EmpresasR$ 1.8801,5%
Para onde foi
- OutrosR$ 64,8 mil51,5%
- Material impressoR$ 51,2 mil40,7%
- TransporteR$ 8.7286,9%
- EscritórioR$ 6290,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4020,3%
Quanto custou cada voto: vereadora, Teresina (PI), 2008
Mediana da disputa: R$ 59,3 por voto. Quem venceu, Firmino Filho, gastou R$ 18,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 164; o mais barato, R$ 18,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Raulino Filho PSDBR$ 247 mil · 1.503 votosR$ 164
- Rosario Bezerra PTR$ 491 mil · 5.366 votosR$ 91,4
- Rosangela Sousa PTR$ 209 mil · 2.484 votosR$ 83,9
- Paixao PTR$ 214 mil · 2.701 votosR$ 79,1
- Vicente Sobrinho PTR$ 233 mil · 3.570 votosR$ 65,3
- Humberto Coelho PTR$ 222 mil · 3.488 votosR$ 63,7
- Dino Pereira PC do BR$ 213 mil · 3.597 votosR$ 59,3
- Ronney Lustosa DEMR$ 303 mil · 5.199 votosR$ 58,3
- Décio Solano PTR$ 239 mil · 4.433 votosR$ 53,9
- Graça Amorim PTBR$ 272 mil · 6.429 votosR$ 42,2
- Major Paulo Roberto PRTBR$ 209 mil · 7.478 votosR$ 27,9
- Firmino Filho PSDBR$ 352 mil · 19.451 votosR$ 18,1
Votos por real
- 2008, vereadora: 11 votos por R$ 1.000, 29% da mediana da disputa.
- 2002, deputada federal: 251 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.