Iremar
Iremar Mendes Machado · nasceu em 1961
Iremar se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2004), PV (2008), PSC (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Iremar declarou R$ 5.746 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 168,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 27% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- IremarR$ 5.746
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Iremar declarou ao TSE R$ 4,6 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Curvelo (MG) · PV · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Curvelo (MG), 2008
Mediana da disputa: R$ 33 por voto. Quem venceu, Gerson Ministerio Do Trabalho, gastou R$ 10,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 935; o mais barato, R$ 10,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gilson Freitas PC do BR$ 21 mil · 22 votosR$ 935
- Afrânio Tatu PSBR$ 11 mil · 172 votosR$ 61,2
- Gustavo Neves REPUBLICANOSR$ 31 mil · 605 votosR$ 51,9
- Adelson Mendes PDTR$ 9,5 mil · 200 votosR$ 47,4
- Paulo Dayrell PVR$ 16 mil · 338 votosR$ 47,3
- Ivo Giovanny MDBR$ 23 mil · 520 votosR$ 45,1
- Taliba PTR$ 16 mil · 486 votosR$ 33
- Humberto Da Lubricenter DEMR$ 16 mil · 683 votosR$ 23,4
- Professor Henrique PTR$ 18 mil · 908 votosR$ 19,7
- Saulinho MDBR$ 21 mil · 1.280 votosR$ 16,6
- Dr. Maurício Gabriel Diniz PSBR$ 8,9 mil · 793 votosR$ 11,3
- Gerson Ministerio Do Trabalho PTR$ 12 mil · 1.132 votosR$ 10,7
Votos por real
- 2008, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.