Inspetor Geraldo Pimenta
Geraldo Pimenta Niz · nasceu em 1950
Inspetor Geraldo Pimenta se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: AGIR (2006), PP (2008), PSD (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 62 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · Minas GeraisAGIR 36999· centro-direitasuplente4.951 votos; 262º mais votado de 852 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Inspetor Geraldo Pimenta teve 4.951 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 262º lugar entre 852 candidatos.
Recebeu votos em 92 cidades. Governador Valadares deu 66,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Inspetor Geraldo Pimenta declarou R$ 865,6 mil em bens, em reais de hoje: 26 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2006 e 2012, o total subiu R$ 573,3 mil acima da inflação.
Declarou 26 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- Inspetor Geraldo PimentaR$ 865,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Inspetor Geraldo Pimenta declarou ao TSE R$ 45 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 17 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Governador Valadares (MG) · PSD · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 10,9 mil82,9%
- Outros candidatosR$ 2.12516,2%
- Fundo partidárioR$ 1301%
Para onde foi
- Material impressoR$ 9.18669,9%
- TransporteR$ 2.16616,5%
- OutrosR$ 1.2139,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 5854,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Governador Valadares (MG), 2012
Mediana da disputa: R$ 120 por voto. Quem venceu, Chiquinho, gastou R$ 34,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 48.584; o mais barato, R$ 34,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Elsi Coura Da Saúde DEMR$ 3,3 milhões · 67 votosR$ 48.584
- Tarcisio Colorcril PRTBR$ 126 mil · 638 votosR$ 197
- Manoel Pessoa PTR$ 121 mil · 696 votosR$ 175
- Geovanne Honório PTR$ 280 mil · 1.716 votosR$ 163
- Darly Alves PSDR$ 122 mil · 877 votosR$ 139
- Dilene Dileu DEMR$ 160 mil · 1.246 votosR$ 128
- Fabiano Dias DEMR$ 115 mil · 953 votosR$ 120
- Weder Maloca PRTBR$ 100 mil · 1.038 votosR$ 96,6
- Paulinho Costa PDTR$ 220 mil · 2.831 votosR$ 77,7
- Sgt. Ramalho PTBR$ 118 mil · 2.083 votosR$ 56,6
- Pastora Eliane De Paiva DEMR$ 107 mil · 2.068 votosR$ 51,9
- Chiquinho PSDBR$ 118 mil · 3.384 votosR$ 34,8
Votos por real
- 2012, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 329 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.