Apuração
Vereador · 2012 · PSD

Inspetor Geraldo Pimenta

Geraldo Pimenta Niz · nasceu em 1950

Inspetor Geraldo Pimenta se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,48← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006AGIR2008PP2012PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: AGIR (2006), PP (2008), PSD (2012).

Dep. estadualVereadorPartidoAGIRPPPSD2006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 62 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PSD 55999· direita
    suplente
  2. 2008
    PP 11999· direita· na urna, Geraldo Pimenta
    suplente182 votos
  3. 2006
    Deputado estadual · Minas Gerais
    AGIR 36999· centro-direita
    suplente4.951 votos; 262º mais votado de 852 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Inspetor Geraldo Pimenta teve 4.951 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 262º lugar entre 852 candidatos.

Recebeu votos em 92 cidades. Governador Valadares deu 66,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,7%.

4.951 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 4.951 votos.
  1. Governador Valadares (MG)3.295 votos66,6%
  2. Santa Maria do Suaçuí (MG)617 votos12,5%
  3. Belo Horizonte (MG)142 votos2,9%
  4. São José da Safira (MG)116 votos2,3%
  5. Contagem (MG)83 votos1,7%
  6. Outras 77 cidades359 votos7,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Inspetor Geraldo Pimenta declarou R$ 865,6 mil em bens, em reais de hoje: 26 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2006 e 2012, o total subiu R$ 573,3 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 865,6 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 395.000 na declaração)

Declarou 26 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.

  • Inspetor Geraldo PimentaR$ 865,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 865,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Inspetor Geraldo Pimenta declarou ao TSE R$ 45 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 17 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Governador Valadares (MG) · PSD · suplente

De onde veio

R$ 13,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1% identificado como fundo partidário. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,2 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 10,9 mil82,9%
  2. Outros candidatosR$ 2.12516,2%
  3. Fundo partidárioR$ 1301%

Para onde foi

R$ 13,2 mil
O maior gasto foi com material impresso: 70% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,2 mil.
  1. Material impressoR$ 9.18669,9%
  2. TransporteR$ 2.16616,5%
  3. OutrosR$ 1.2139,2%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 5854,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Governador Valadares (MG), 2012

Mediana da disputa: R$ 120 por voto. Quem venceu, Chiquinho, gastou R$ 34,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 48.584; o mais barato, R$ 34,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Elsi Coura Da Saúde DEMR$ 3,3 milhões · 67 votosR$ 48.584
  • Tarcisio Colorcril PRTBR$ 126 mil · 638 votosR$ 197
  • Manoel Pessoa PTR$ 121 mil · 696 votosR$ 175
  • Geovanne Honório PTR$ 280 mil · 1.716 votosR$ 163
  • Darly Alves PSDR$ 122 mil · 877 votosR$ 139
  • Dilene Dileu DEMR$ 160 mil · 1.246 votosR$ 128
  • Fabiano Dias DEMR$ 115 mil · 953 votosR$ 120
  • Weder Maloca PRTBR$ 100 mil · 1.038 votosR$ 96,6
  • Paulinho Costa PDTR$ 220 mil · 2.831 votosR$ 77,7
  • Sgt. Ramalho PTBR$ 118 mil · 2.083 votosR$ 56,6
  • Pastora Eliane De Paiva DEMR$ 107 mil · 2.068 votosR$ 51,9
  • Chiquinho PSDBR$ 118 mil · 3.384 votosR$ 34,8

Votos por real

  • 2012, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 329 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.