Índio de Laje Grande
Antônio Francisco da Silva · nasceu em 1969
Índio de Laje Grande se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Passou por 4 partidos: DEM (2012), PP (2016), AVANTE (2020), PODE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 55 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Índio de Laje Grande declarou R$ 107,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 56,8 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Índio de Laje Grande declarou ao TSE R$ 1,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 915.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Catende (PE) · AVANTE · eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Catende (PE), 2020
Mediana da disputa: R$ 110 por voto. Quem venceu, Djalma Da Saúde, gastou R$ 7,94 por voto. O voto mais caro custou R$ 850; o mais barato, R$ 7,94.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cassio PSLR$ 24 mil · 28 votosR$ 850
- Sr. Pereira PSLR$ 24 mil · 31 votosR$ 767
- Sueli De Tim Maia SOLIDARIEDADER$ 6,3 mil · 9 votosR$ 703
- Bruno De Niterói SOLIDARIEDADER$ 9,6 mil · 19 votosR$ 505
- Neide De Taubaté SOLIDARIEDADER$ 6,3 mil · 19 votosR$ 333
- Miguel Cordeiro SOLIDARIEDADER$ 9,8 mil · 38 votosR$ 259
- Junior Keixinho SOLIDARIEDADER$ 9,6 mil · 87 votosR$ 110
- Tonho Sem Terra SOLIDARIEDADER$ 8,4 mil · 106 votosR$ 79,4
- Biu Flor SOLIDARIEDADER$ 10 mil · 320 votosR$ 31,5
- Adrielly Do Egito CIDADANIAR$ 9,6 mil · 332 votosR$ 29
- Buda DEMR$ 17 mil · 627 votosR$ 27,1
- Djalma Da Saúde PTBR$ 7 mil · 883 votosR$ 7,94
Votos por real
- 2016, vereador: 391 votos por R$ 1.000, 9,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.