Inauro
Jose Inauro Conceição da Costa · nasceu em 1971
Inauro se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004), PL (2008–2012), REPUBLICANOS (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, superior completo, taxista, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Inauro declarou R$ 56,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 42,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2016.
- InauroR$ 56,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 126,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Inauro declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Santarém Novo (PA) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Santarém Novo (PA), 2016
Mediana da disputa: R$ 65,9 por voto. Quem venceu, Thiago Pimentel, gastou R$ 26,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 350; o mais barato, R$ 26,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sussuka PDTR$ 8,1 mil · 23 votosR$ 350
- Alice PDTR$ 5,7 mil · 32 votosR$ 179
- Genilson PDTR$ 8,4 mil · 72 votosR$ 117
- Josy Braga MDBR$ 11 mil · 135 votosR$ 83,9
- Ernesto MDBR$ 9,1 mil · 112 votosR$ 81,6
- Germone PSCR$ 7,6 mil · 105 votosR$ 72,4
- Prof.. Maria José PDTR$ 10 mil · 157 votosR$ 65,9
- Joel Correa MDBR$ 14 mil · 223 votosR$ 60,9
- Adriano Ceará PDTR$ 12 mil · 249 votosR$ 48,9
- João Moto Taxi PDTR$ 8,6 mil · 181 votosR$ 47,5
- Douglas Alan PDTR$ 10 mil · 277 votosR$ 36,9
- Thiago Pimentel PROSR$ 10 mil · 390 votosR$ 26,6
Votos por real
- 2016, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.