Ilmar Mamao
Ilmar Renato Granja Fonseca · nasceu em 1979
Ilmar Mamao se candidatou em 2 eleições, de 2018 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 41 anos, superior completo, advogado, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2018, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado federal · Mato Grosso do SulPT 1313· esquerda· na urna, Ilmar Mamãosuplente9.476 votos; 25º mais votado de 117 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Ilmar Mamao teve 9.476 votos para deputado federal, 0,8% dos votos válidos do estado: 25º lugar entre 117 candidatos.
Recebeu votos em 79 cidades. Campo Grande deu 48,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 79,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Ilmar Mamao declarou R$ 25,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2018 e 2020, o total caiu R$ 2.973, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2020.
- Ilmar MamaoR$ 25,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 27,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Ilmar Mamao declarou ao TSE R$ 208 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado federal: R$ 118 mil, 94% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Campo Grande (MS) · PT · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 71,1 mil79%
- VaquinhaR$ 12,1 mil13,5%
- Outros candidatosR$ 6.7697,5%
Para onde foi
- PessoalR$ 44,1 mil53,1%
- InternetR$ 15,6 mil18,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 14,2 mil17%
- Material impressoR$ 7.1848,6%
- OutrosR$ 1.4151,7%
- EscritórioR$ 7200,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Campo Grande (MS), 2020
Mediana da disputa: R$ 65,3 por voto. Quem venceu, Prof. João Rocha, gastou R$ 40,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 166; o mais barato, R$ 40,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Enfermeira Cida Amaral PSDBR$ 213 mil · 1.281 votosR$ 166
- Eduardo Romero REDER$ 184 mil · 1.851 votosR$ 99,2
- Doutor Victor Rocha PPR$ 212 mil · 2.163 votosR$ 98,2
- Dr Cury DEMR$ 265 mil · 2.789 votosR$ 95
- Junior Longo PSDBR$ 194 mil · 2.579 votosR$ 75,2
- Claudinho Serra PSDBR$ 238 mil · 3.616 votosR$ 65,8
- William Maksoud PTBR$ 238 mil · 3.653 votosR$ 65,3
- Papy SOLIDARIEDADER$ 184 mil · 3.078 votosR$ 59,8
- João César Mattogrosso PSDBR$ 226 mil · 4.209 votosR$ 53,7
- Carlão Comunitário Mesmo PSBR$ 231 mil · 4.836 votosR$ 47,7
- Dr Jamal MDBR$ 154 mil · 3.369 votosR$ 45,8
- Prof. João Rocha PSDBR$ 168 mil · 4.157 votosR$ 40,5
Votos por real
- 2020, vereador: 5,9 votos por R$ 1.000, 28% da mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 92 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.