Ieda
Ieda Machado · nasceu em 1968
Ieda se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleita em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 44 anos, ensino médio, empresário. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Ieda declarou R$ 87,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 10 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- IedaR$ 87,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Ieda declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereadora: R$ 6,4 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereadora · Buri (SP) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.30051,9%
- PessoasR$ 1.08343,3%
- Outros candidatosR$ 1194,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.40856,3%
- TransporteR$ 1.08343,3%
- EventosR$ 110,4%
Quanto custou cada voto: vereadora, Buri (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 28,3 por voto. Quem venceu, Gabriel Comeron, gastou R$ 14,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 572; o mais barato, R$ 14,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cida Do Norte PSDR$ 15 mil · 27 votosR$ 572
- Prof. Edimilson Pacca PSDR$ 9,6 mil · 35 votosR$ 274
- Valdir Leite PDTR$ 15 mil · 196 votosR$ 74,1
- Diogo Comeron PDTR$ 7,4 mil · 107 votosR$ 68,8
- Marcela De Albuquerque PSDR$ 9,6 mil · 214 votosR$ 44,8
- Omar Chain REPUBLICANOSR$ 38 mil · 896 votosR$ 42
- Claudia CIDADANIAR$ 7,8 mil · 276 votosR$ 28,3
- Pedro Fonseca PDTR$ 8 mil · 286 votosR$ 27,9
- Marcao Ramos PDTR$ 7,9 mil · 295 votosR$ 26,9
- Georgina Do Simara PODER$ 8,7 mil · 404 votosR$ 21,6
- Gilmar Da Prefeitura PSCR$ 7,9 mil · 425 votosR$ 18,7
- Gabriel Comeron PTBR$ 8,7 mil · 585 votosR$ 14,8
Votos por real
- 2012, vereadora: 74 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 219 votos por R$ 1.000, 7,3 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 63 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.