Ibis Cruz
Ibis Pereira Mauro Cruz · nasceu em 1934
Ibis Cruz se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: DEM (2004–2006), MDB (2008), PODE (2012), AGIR (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 82 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2006
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Ibis Cruz teve 1.336 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 581º lugar entre 952 candidatos.
Recebeu votos em 211 cidades. São Paulo deu 38,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 68,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ibis Cruz declarou R$ 186 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2016, o total caiu R$ 2,8 mi, já descontada a inflação.
Declarou 44% da mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2016.
- Ibis CruzR$ 186 mil
- Mediana dos candidatosR$ 419,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 559,7 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Ibis Cruz declarou ao TSE R$ 261 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 248 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Jundiaí (SP) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 7.72458,8%
- PartidoR$ 5.41941,2%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Jundiaí (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 103 por voto. Quem venceu, Juliao, gastou R$ 31,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 686; o mais barato, R$ 31,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Celsinho Baisigui PSBR$ 71 mil · 103 votosR$ 686
- Alexandre Pereira PDTR$ 151 mil · 440 votosR$ 344
- João Henrique PDTR$ 268 mil · 1.252 votosR$ 214
- Adilson Rosa PLR$ 200 mil · 1.532 votosR$ 131
- Roberto Leme (Théo) PVR$ 104 mil · 807 votosR$ 129
- Durval Orlato PTR$ 198 mil · 1.621 votosR$ 122
- Pedro Da Silvia Ramos PSBR$ 94 mil · 911 votosR$ 103
- Marilena Negro PTR$ 108 mil · 2.019 votosR$ 53,5
- Dr. Domingos Nastari PVR$ 89 mil · 1.750 votosR$ 51,1
- Ana Tonelli MDBR$ 108 mil · 2.556 votosR$ 42,4
- Tico PSDBR$ 92 mil · 2.894 votosR$ 31,9
- Juliao PSDBR$ 97 mil · 3.076 votosR$ 31,7
Votos por real
- 2008, vereador: 39 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 27 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.