Apuração
Deputado estadual · 2006 · PRTB

Humberto Timo

nasceu em 1950

Humberto Timo disputou uma eleição, em 2006, para deputado estadual (Minas Gerais), pelo PRTB: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPRTB+0,43← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPRTB2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 55 anos, até o fundamental, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PRTB 28700· direita
    suplente4.395 votos; 274º mais votado de 852 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Humberto Timo teve 4.395 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 274º lugar entre 852 candidatos.

Recebeu votos em 64 cidades. Sete Lagoas deu 84,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,4%.

4.395 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 4.395 votos.
  1. Sete Lagoas (MG)3.701 votos84,2%
  2. Belo Horizonte (MG)269 votos6,1%
  3. Baldim (MG)48 votos1,1%
  4. Prudente de Morais (MG)31 votos0,7%
  5. Jequitibá (MG)28 votos0,6%
  6. Outras 49 cidades159 votos3,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Humberto Timo declarou R$ 35,8 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 35,8 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 12.000 na declaração)

Declarou 24% da mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2006.

  • Humberto TimoR$ 35,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 152,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,2 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 35,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Humberto Timo declarou ao TSE R$ 53 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado estadual · Minas Gerais · PRTB · suplente

De onde veio

R$ 53,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 10 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 53,2 mil.
  1. Pessoas10 pessoas, não nomeadasR$ 44,3 mil83,2%
  2. Próprio bolsoR$ 8.95816,8%

Para onde foi

R$ 51,2 mil
O maior gasto foi com material impresso: 52% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 51,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal10 pessoas, não nomeadasR$ 12,2 mil23,8%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2006

Mediana da disputa: R$ 25 por voto. Quem venceu, Dinis Pinheiro, gastou R$ 9,64 por voto. O voto mais caro custou R$ 134; o mais barato, R$ 9,64.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 86 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.