Apuração
Deputado estadual · 2022 · PT

Humberto Amaducci

Humberto Carlos Ramos Amaducci · nasceu em 1967

Humberto Amaducci se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2022, e foi eleito em 2.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,42← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2010PT2012PT2018PT2020PT2022PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2012.

Sempre pelo PT.

GovernadorDep. estadualPrefeitoPartidoPT’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2022, suplente.

Declarou ao TSE em 2022: 54 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PT 13007· esquerda
    suplente6.196 votos; 51º mais votado de 371 no estado
  2. 2020
    Prefeito · Mundo Novo (MS)
    PT 13· esquerda
    não eleito2.714 votos, 26,7%
  3. 2018
    Governador · Mato Grosso do Sul
    PT 13· esquerda
    não eleito132.638 votos, 10,3%
  4. 2012
    Prefeito · Mundo Novo (MS)
    PT 13· centro-esquerda
    eleito5.538 votos, 50,1%
  5. 2010
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PT 13111· centro-esquerda
    suplente5.993 votos; 49º mais votado de 240 no estado
  6. 2004
    Prefeito · Mundo Novo (MS)
    PT 13· centro-esquerda
    eleito4.914 votos, 57,8%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Humberto Amaducci teve 6.196 votos para deputado estadual, 0,5% dos votos válidos do estado: 51º lugar entre 371 candidatos.

Recebeu votos em 66 cidades. Mundo Novo deu 38,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,3%.

6.196 votos
votos para deputado estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 6.196 votos.
  1. Mundo Novo (MS)2.376 votos38,3%
  2. Itaquiraí (MS)572 votos9,2%
  3. Campo Grande (MS)437 votos7,1%
  4. Dourados (MS)395 votos6,4%
  5. Naviraí (MS)319 votos5,1%
  6. Outras 51 cidades665 votos10,7%
As outras 1 eleições para deputado
5.993 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 5.993 votos.
  1. Mundo Novo (MS)3.803 votos63,5%
  2. Itaquiraí (MS)870 votos14,5%
  3. Eldorado (MS)288 votos4,8%
  4. Campo Grande (MS)197 votos3,3%
  5. Japorã (MS)180 votos3%
  6. Outras 47 cidades200 votos3,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Humberto Amaducci declarou R$ 240,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2010 e 2022, o total caiu R$ 187,3 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 240,9 mil
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 200.000 na declaração)

Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Mato Grosso do Sul em 2022.

  • Humberto AmaducciR$ 240,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 108,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,7 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 240,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Humberto Amaducci declarou ao TSE R$ 2,5 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para governador: R$ 721 mil, 98% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Deputado estadual · Mato Grosso do Sul · PT · suplente

De onde veio

R$ 150,6 mil
55% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 150,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 27 mil17,9%
  2. Fundo eleitoralTudo de Partido Dos Trabalhadores - Brasil - Br - NacionalR$ 12 mil8%
  3. VaquinhaR$ 3.9802,6%

Para onde foi

R$ 136 mil
O maior gasto foi com material impresso: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 136 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal10 pessoas, não nomeadasR$ 24,7 mil18,2%
  2. InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 16,8 mil12,4%
  3. EscritórioR$ 4.5223,3%
  4. RepassesR$ 1.8621,4%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Mato Grosso do Sul, 2022

Mediana da disputa: R$ 41,5 por voto. Quem venceu, Pedro Kemp, gastou R$ 19,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 143; o mais barato, R$ 19,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputado estadual: 46 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
  • 2020, prefeito: 18 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2018, governador: 187 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 13 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.