Hortência Mingote
Hortência Bianca Mingote Socorro · nasceu em 1994
Hortência Mingote disputou uma eleição, em 2016, para vereadora (Cordisburgo (MG)), pelo PTB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 22 anos, ensino médio, estudante, bolsista, estagiário e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Hortência Mingote declarou R$ 471,2 mil em bens, em reais de hoje: 16 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 16 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Hortência MingoteR$ 471,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Hortência Mingote declarou ao TSE R$ 2,4 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereadora · Cordisburgo (MG) · PTB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.16289,4%
- Próprio bolsoR$ 25610,6%
Para onde foi
- PessoalR$ 1.24751,9%
- ServiçosR$ 64826,9%
- Material impressoR$ 51021,2%
Quanto custou cada voto: vereadora, Cordisburgo (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 41,5 por voto. Quem venceu, Paulo Gordo, gastou R$ 14 por voto. O voto mais caro custou R$ 77,1; o mais barato, R$ 14.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Savio Beraldo Trombini SOLIDARIEDADER$ 11 mil · 137 votosR$ 77,1
- Gilmar Antônio PLR$ 3,8 mil · 57 votosR$ 66,6
- Altivo Neves PSCR$ 7,1 mil · 112 votosR$ 63,6
- Fausto Laticinio PSLR$ 9,8 mil · 182 votosR$ 54,1
- Antonio Luiz DEMR$ 9,1 mil · 177 votosR$ 51,5
- Leo Do Ladu PSLR$ 3,8 mil · 75 votosR$ 50,2
- Cassio Do Dionizio PSDBR$ 3,9 mil · 94 votosR$ 41,5
- Lu Do Augustão PSLR$ 4,9 mil · 121 votosR$ 40,4
- Aldair Cristaleiro PROSR$ 16 mil · 398 votosR$ 39,4
- João Tira Couro PSCR$ 3,5 mil · 99 votosR$ 35,6
- Ney Do Arraial Do Conto PTR$ 8,1 mil · 296 votosR$ 27,5
- Paulo Gordo PSLR$ 3,9 mil · 281 votosR$ 14
Votos por real
- 2016, vereadora: 52 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.