Claudinei Homem do Chapéu
Claudinei Messias Lebedieff · nasceu em 1970
Claudinei Homem do Chapéu se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 4 partidos: CIDADANIA (2004), PSC (2012–2014), PP (2016), PRTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, até o fundamental, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2014
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Claudinei Homem do Chapéu teve 2.972 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 115º lugar entre 295 candidatos.
Recebeu votos em 131 cidades. Fazenda Rio Grande deu 53,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Claudinei Homem do Chapéu declarou R$ 14,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 2,4 mi, já descontada a inflação.
Declarou 50% da mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2020.
- Claudinei Homem do ChapéuR$ 14,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 143,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Claudinei Homem do Chapéu declarou ao TSE R$ 105 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 69 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Fazenda Rio Grande (PR) · PRTB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 1.92053,7%
- Fundo eleitoralR$ 1.14332%
- PessoasR$ 50914,3%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Fazenda Rio Grande (PR), 2020
Mediana da disputa: R$ 29,6 por voto. Quem venceu, Professor Fabiano Fubá, gastou R$ 13,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 120; o mais barato, R$ 13,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Elias Belco O Professor PSBR$ 30 mil · 248 votosR$ 120
- Julinho Do Pesque PRTBR$ 63 mil · 851 votosR$ 74,4
- Titi Barrosinho PSCR$ 14 mil · 199 votosR$ 71,4
- Alexandre Maringá PRTBR$ 37 mil · 1.033 votosR$ 35,6
- Caio Szadkoski PROSR$ 20 mil · 657 votosR$ 31,1
- Rafael Campaner PSCR$ 24 mil · 808 votosR$ 29,7
- Sandro Do Proteção PROSR$ 37 mil · 1.241 votosR$ 29,6
- Dr. Renan Wozniack PSDR$ 23 mil · 933 votosR$ 24,7
- Paulinho Coxinha PROSR$ 15 mil · 616 votosR$ 24,3
- Enfermeiro Zé Carlos PRTBR$ 17 mil · 1.039 votosR$ 16,3
- Serjao PSLR$ 14 mil · 1.020 votosR$ 13,7
- Professor Fabiano Fubá PRTBR$ 15 mil · 1.122 votosR$ 13,2
Votos por real
- 2016, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 194 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 235 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.