Apuração
Vereador · 2024 · PCB

Hiran Roedel

nasceu em 1961

Hiran Roedel se candidatou em 5 eleições, de 2006 a 2024, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPCB−0,85← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PCB2010PCB2012PCB2022PCB2024PCB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PCB.

SenadorDep. federalDep. estadualVereadorPartidoPCB’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 63 anos, superior completo, servidor público civil aposentado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    PCB 21021· esquerda
    não eleito
  2. 2022
    Senador · Rio de Janeiro
    PCB 211· esquerda
    não eleito5.120 votos, 0,1%
  3. 2012
    PCB 21021· esquerda
    não eleito
  4. 2010
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PCB 2121· esquerda
    não eleito1.715 votos; 313º mais votado de 751 no estado
  5. 2006
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PCB 21021· esquerda· na urna, Hiran
    suplente558 votos; 788º mais votado de 1.377 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Hiran Roedel teve 1.715 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 313º lugar entre 751 candidatos.

Recebeu votos em 50 cidades. Rio de Janeiro deu 69,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,9%.

1.715 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 1.715 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)1.192 votos69,5%
  2. Niterói (RJ)67 votos3,9%
  3. São Gonçalo (RJ)67 votos3,9%
  4. Nova Iguaçu (RJ)62 votos3,6%
  5. Nova Friburgo (RJ)50 votos2,9%
  6. Outras 35 cidades88 votos5,1%
As outras 1 eleições para deputado
558 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 558 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)490 votos87,8%
  2. Itaboraí (RJ)8 votos1,4%
  3. Niterói (RJ)7 votos1,3%
  4. Nova Iguaçu (RJ)7 votos1,3%
  5. São João de Meriti (RJ)7 votos1,3%
  6. Outras 11 cidades12 votos2,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Hiran Roedel declarou R$ 478,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2024, o total subiu R$ 99,6 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 478,3 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 433.000 na declaração)

Mais da metade (56%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2024.

Cada quadrado é 1% de R$ 478,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Hiran Roedel declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 10 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Rio de Janeiro (RJ) · PCB · não eleito

De onde veio

R$ 1.065
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.065.
  1. Outros candidatosR$ 80475,5%
  2. Próprio bolsoR$ 21820,4%
  3. VaquinhaR$ 444,1%

Para onde foi

R$ 9
O maior gasto foi com escritório: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Rio de Janeiro (RJ), 2024

Mediana da disputa: R$ 110 por voto. Quem venceu, Carlos Bolsonaro, gastou R$ 12,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 554; o mais barato, R$ 12,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Ronaldo Faria PLR$ 2 milhão · 3.558 votosR$ 554
  • Rafaela Albergaria PC do BR$ 2 milhão · 4.546 votosR$ 438
  • Marcos Braz PLR$ 1,6 milhão · 8.151 votosR$ 201
  • Heloísa Helena REDER$ 2,1 milhões · 11.971 votosR$ 174
  • Waguinho Cantor PLR$ 1,6 milhão · 9.523 votosR$ 172
  • Diego Faro PLR$ 2 milhões · 12.675 votosR$ 160
  • Jorge Canella UNIÃOR$ 2,1 milhões · 19.353 votosR$ 110
  • Marcos Dias PODER$ 1,7 milhão · 16.209 votosR$ 107
  • Cesar Maia PSDR$ 2,1 milhões · 29.665 votosR$ 71,5
  • Joyce Trindade PSDR$ 1,6 milhão · 30.466 votosR$ 51,4
  • Carlo Caiado PSDR$ 1,7 milhão · 47.671 votosR$ 36
  • Carlos Bolsonaro PLR$ 1,6 milhão · 130.480 votosR$ 12,6

Votos por real

  • 2024, vereador: 173 votos por R$ 1.000, 7,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2022, senador: 156 votos por R$ 1.000, 47% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 213 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 194 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.