Apuração
Deputado estadual · 2006 · PT

Hilário

Antonio Carlos Hilário · nasceu em 1953

Hilário disputou uma eleição, em 2006, para deputado estadual (Minas Gerais), pelo PT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPT2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 53 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PT 13513· centro-esquerda
    suplente4.690 votos; 267º mais votado de 852 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Hilário teve 4.690 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 267º lugar entre 852 candidatos.

Recebeu votos em 324 cidades. Belo Horizonte deu 15,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 56,0%.

4.690 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 4.690 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)721 votos15,4%
  2. Contagem (MG)280 votos6%
  3. Uberlândia (MG)257 votos5,5%
  4. Januária (MG)199 votos4,2%
  5. Diamantina (MG)183 votos3,9%
  6. Outras 309 cidades2.063 votos44%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Hilário declarou R$ 200,4 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 200,4 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 67.196 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2006.

  • HilárioR$ 200,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 152,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,2 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 200,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Hilário declarou ao TSE R$ 56 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado estadual · Minas Gerais · PT · suplente

De onde veio

R$ 56,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 56,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 28 mil49,6%
  2. Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 16,8 mil29,7%
  3. Outros candidatosR$ 2.7884,9%

Para onde foi

R$ 46,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 90% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 46,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 9792,1%
  2. OutrosR$ 4481%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2006

Mediana da disputa: R$ 25 por voto. Quem venceu, Dinis Pinheiro, gastou R$ 9,64 por voto. O voto mais caro custou R$ 134; o mais barato, R$ 9,64.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 101 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.