Apuração
Prefeito · 2008 · AGIR

Higgor

Higgor Carllos Macedo Nascimento · nasceu em 1984

Higgor disputou uma eleição, em 2008, para prefeito (São Bento do Una (PE)), pelo AGIR: não eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoAGIR+0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoAGIR2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 23 anos, superior incompleto, estudante, bolsista, estagiário e assemelhados. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    AGIR 36· centro-direita
    não eleito23 votos, 0,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Higgor declarou ao TSE R$ 241 em receitas, em reais de hoje.

2008 · Prefeito · São Bento do Una (PE) · AGIR · não eleito

De onde veio

R$ 241
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2008.

Quanto custou cada voto: prefeito, São Bento do Una (PE), 2008

Mediana da disputa: R$ 31,5 por voto. Quem venceu, Padre Aldo, gastou R$ 31,5 por voto.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem gasto declarado.

Ver em tabela

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.