Herivelto Cordeiro
Herivelto Soares Cordeiro · nasceu em 1963
Herivelto Cordeiro se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 3 partidos: PP (2004), MOBILIZA (2008–2012), PP (2016), PSC (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Herivelto Cordeiro declarou R$ 506,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 102,2 mil acima da inflação.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Herivelto Cordeiro declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Italva (RJ) · PSC · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Italva (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 16,9 por voto. Quem venceu, Antônio Elias Ancelmé, gastou R$ 4,17 por voto. O voto mais caro custou R$ 371; o mais barato, R$ 4,17.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Edelma Silva PODER$ 3,3 mil · 9 votosR$ 371
- Simone Teixeira PODER$ 3,3 mil · 14 votosR$ 238
- Neuca Duarte PODER$ 3,3 mil · 36 votosR$ 92,7
- Hailton Ferreira REPUBLICANOSR$ 3,7 mil · 55 votosR$ 66,9
- Jackeline Lopes PODER$ 4,4 mil · 101 votosR$ 43,2
- Marivaldo Almeida PATRIOTAR$ 1,9 mil · 68 votosR$ 28
- Professora Andrea MDBR$ 2 mil · 117 votosR$ 16,9
- Fernando Pintor PPR$ 7,1 mil · 516 votosR$ 13,7
- Fio PATRIOTAR$ 2,8 mil · 253 votosR$ 10,9
- Victor Mota MDBR$ 3 mil · 424 votosR$ 7,13
- Arthur Amaral MDBR$ 1,7 mil · 243 votosR$ 7,10
- Antônio Elias Ancelmé PSCR$ 1,4 mil · 340 votosR$ 4,17
Votos por real
- 2016, vereador: 78 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 87 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.