Henriqueta Cardeal
Henriqueta Eva Cardeal · nasceu em 1961
Henriqueta Cardeal se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleita em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2012, 2016 e 2020.
Passou por 3 partidos: PRP (2004), DEM (2008–2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 58 anos, superior completo, psicólogo, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2010
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Henriqueta Cardeal teve 6.154 votos para deputada federal, 0,4% dos votos válidos do estado: 22º lugar entre 64 candidatos.
Recebeu votos em 82 cidades. Delmiro Gouveia deu 70,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Henriqueta Cardeal declarou R$ 301,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 239,6 mil acima da inflação.
Mais da metade (58%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Henriqueta Cardeal declarou ao TSE R$ 133 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputada federal: R$ 63 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Delmiro Gouveia (AL) · PSD · eleita
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Social Democratico - Alagoas - Al - EstadualR$ 14,2 mil91%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.4159%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Quiteria Barros Da Silva LtdaR$ 7.74854,7%
- Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 1.69812%
Quanto custou cada voto: vereadora, Delmiro Gouveia (AL), 2020
Henriqueta Cardeal: R$ 15,2 por voto (mediana da disputa, R$ 33,8). Quem venceu, Marcos Costa, gastou R$ 8,23 por voto. O voto mais caro custou R$ 910; o mais barato, R$ 8,23.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Henriqueta Cardeal. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcelo Da Lagoinha PSCR$ 13 mil · 14 votosR$ 910
- Elisangela Da Saude PSCR$ 7,8 mil · 29 votosR$ 268
- Kleine Thaís PSDBR$ 14 mil · 55 votosR$ 255
- Bianca Araújo PTR$ 10 mil · 42 votosR$ 246
- Felipe Costa PSCR$ 12 mil · 142 votosR$ 86,3
- Pauleandro Silva PSCR$ 11 mil · 130 votosR$ 84,3
- Pedro Paulo PTR$ 13 mil · 377 votosR$ 33,8
- Simplesmente Jamil PSCR$ 35 mil · 1.086 votosR$ 32,6
- Fabiola Marques PSCR$ 22 mil · 876 votosR$ 24,9
- Henriqueta Cardeal PSDR$ 14 mil · 932 votosR$ 15,2
- Edna Do Tatuakara PSCR$ 17 mil · 1.261 votosR$ 13,1
- Marcos Costa PSCR$ 7,8 mil · 949 votosR$ 8,23
Votos por real
- 2020, vereadora: 66 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 50 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 42 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputada federal: 98 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.