Henrique Soares
Henrique de Campos Soares Júnior · nasceu em 1964
Henrique Soares se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2016.
Passou por 3 partidos: PSB (2004), MDB (2008–2012), PDT (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 20182º suplente de senador · ParáPDT 123· centro-esquerdaNa chapa de Coronel Osmarchapa não eleita324.331 votos da chapa
- 2016
- 2012
- 2010
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Henrique Soares teve 992 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 80º lugar entre 118 candidatos.
Recebeu votos em 115 cidades. Belém deu 35,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 65,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Henrique Soares declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 187 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 1,3 mi, já descontada a inflação.
Declarou 187 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2020.
- Henrique SoaresR$ 1,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 5.746
- Mediana dos eleitosR$ 100,6 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Henrique Soares declarou ao TSE R$ 128 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 30 mil, 7,1% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Belém (PA) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Belém (PA), 2020
Mediana da disputa: R$ 38,9 por voto. Quem venceu, Vivi, gastou R$ 20,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 590; o mais barato, R$ 20,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dra Lucinery MDBR$ 134 mil · 228 votosR$ 590
- Nemias Valentim PSDBR$ 174 mil · 2.653 votosR$ 65,6
- Celsinho Sabino PSCR$ 223 mil · 4.087 votosR$ 54,5
- Enfermeira Nazaré PSOLR$ 197 mil · 4.023 votosR$ 49
- Matheus Cavalcante CIDADANIAR$ 178 mil · 3.647 votosR$ 48,9
- Claudia Vinagre PSDBR$ 197 mil · 4.955 votosR$ 39,9
- Yan Miranda DEMR$ 149 mil · 3.834 votosR$ 38,9
- Lívia Duarte PSOLR$ 169 mil · 5.599 votosR$ 30,2
- Mauro Freitas PSDBR$ 185 mil · 6.392 votosR$ 28,9
- Nenem Albuquerque MDBR$ 223 mil · 10.272 votosR$ 21,7
- Blenda Quaresma MDBR$ 134 mil · 6.210 votosR$ 21,6
- Vivi PSOLR$ 194 mil · 9.654 votosR$ 20,1
Votos por real
- 2020, vereador: 180 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 185 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 190 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 238 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.