Henrique Prado Badaró
nasceu em 1959
Henrique Prado Badaró se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PDT (2002), PTB (2004).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.
Declarou ao TSE em 2004: 44 anos, superior completo, economista. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
- 2002Deputado estadual · Minas GeraisPDT 12336· centro-esquerda· na urna, Henrique Badarósuplente11.873 votos; 195º mais votado de 725 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Henrique Prado Badaró teve 11.873 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 195º lugar entre 725 candidatos.
Recebeu votos em 334 cidades. Minas Novas deu 24,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 69,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Henrique Prado Badaró declarou ao TSE R$ 167 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 143 mil.
Campanha a campanha
2004 · Vereador · Belo Horizonte (MG) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 18,2 mil78,8%
- PessoasR$ 4.88721,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 15,7 mil67,9%
- EscritórioR$ 6.78029,4%
- TransporteR$ 6192,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Belo Horizonte (MG), 2004
Mediana da disputa: R$ 48,8 por voto. Quem venceu, Paulo Lamac, gastou R$ 22,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 99,1; o mais barato, R$ 22,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Betinho Duarte MDBR$ 423 mil · 4.270 votosR$ 99,1
- Fernando Neiva PTR$ 298 mil · 3.225 votosR$ 92,4
- Acilio Lara Resende PSDBR$ 271 mil · 3.023 votosR$ 89,8
- Miltinho Assunção AGIRR$ 246 mil · 2.833 votosR$ 87
- Luzia Ferreira CIDADANIAR$ 512 mil · 6.508 votosR$ 78,6
- Vicente Pereira AGIRR$ 276 mil · 4.839 votosR$ 57
- Maria Lucia Scarpelli PTR$ 345 mil · 7.072 votosR$ 48,8
- Carlão PTR$ 342 mil · 8.015 votosR$ 42,7
- Tarcisio Caixeta PTR$ 358 mil · 10.696 votosR$ 33,5
- Moamed Rachid PDTR$ 271 mil · 8.679 votosR$ 31,2
- Arnaldo Godoy PTR$ 240 mil · 9.289 votosR$ 25,9
- Paulo Lamac PODER$ 240 mil · 10.715 votosR$ 22,4
Votos por real
- 2004, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 83 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.