Apuração
Deputado estadual · 2014 · MOBILIZA

Henrique Paixão

Henrique Rogério da Paixão · nasceu em 1975

Henrique Paixão disputou uma eleição, em 2014, para deputado estadual (Goiás), pelo MOBILIZA: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMOBILIZA+0,25← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoMOBILIZA2014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 39 anos, superior completo, advogado, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Goiás
    MOBILIZA 33789· centro-direita
    suplente6.863 votos; 118º mais votado de 717 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Henrique Paixão teve 6.863 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 118º lugar entre 717 candidatos.

Recebeu votos em 116 cidades. Iporá deu 58,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,1%.

6.863 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 6.863 votos.
  1. Iporá (GO)4.042 votos58,9%
  2. Goiânia (GO)462 votos6,7%
  3. Pontalina (GO)280 votos4,1%
  4. Diorama (GO)153 votos2,2%
  5. Amorinópolis (GO)123 votos1,8%
  6. Outras 101 cidades953 votos13,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Henrique Paixão declarou R$ 271,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás.

R$ 271,5 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 140.000 na declaração)

Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Goiás em 2014.

  • Henrique PaixãoR$ 271,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 129 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 271,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2014, Henrique Paixão declarou ao TSE R$ 54 mil em receitas, em reais de hoje.

2014 · Deputado estadual · Goiás · MOBILIZA · suplente

De onde veio

R$ 54,1 mil
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 54,1 mil.
  1. Outros candidatosTudo de Eleicao 2014 Alexandre Baldy De Sant Anna Braga Deputado FederalR$ 38,4 mil71%
  2. Próprio bolsoR$ 15,7 mil29%

Para onde foi

R$ 53,9 mil
O maior gasto foi com pessoal: 71% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 53,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal4 pessoas, não nomeadasR$ 38,4 mil71,2%
  2. EscritórioR$ 500,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Goiás, 2014

Mediana da disputa: R$ 91,7 por voto. Quem venceu, Bruno Peixoto, gastou R$ 41,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 591; o mais barato, R$ 41,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 127 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.