Henrique Cardoso
Carlos Henrique Cardoso da Paixão · nasceu em 1967
Henrique Cardoso se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2004–2006), PSC (2008), PPL (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2012: 45 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2006Deputado federal · Rio de JaneiroCIDADANIA 2388· centrosuplente3.463 votos; 214º mais votado de 707 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Henrique Cardoso teve 3.463 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 214º lugar entre 707 candidatos.
Recebeu votos em 35 cidades. Maricá deu 72,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Henrique Cardoso declarou R$ 41,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 26,1 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Henrique Cardoso declarou ao TSE R$ 38 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 23 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Maricá (RJ) · PSC · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.01668,2%
- PessoasR$ 1.87431,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.28472,8%
- TransporteR$ 66911,4%
- PessoalR$ 3616,1%
- ServiçosR$ 3215,5%
- EscritórioR$ 2524,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Maricá (RJ), 2008
Mediana da disputa: R$ 69,1 por voto. Quem venceu, Fabiano Horta, gastou R$ 30,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 660; o mais barato, R$ 30,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professor Jorge PC do BR$ 77 mil · 116 votosR$ 660
- Eliane Pereira PSBR$ 203 mil · 315 votosR$ 643
- Marcelo Martins PTR$ 42 mil · 204 votosR$ 207
- Ronny PTR$ 228 mil · 1.692 votosR$ 135
- Helter Ferreira PTR$ 126 mil · 1.658 votosR$ 76,2
- Aldair De Linda CIDADANIAR$ 82 mil · 1.089 votosR$ 75,4
- Cel. Pedro Gomes MDBR$ 85 mil · 1.233 votosR$ 69,1
- Uiltinho Viana PSBR$ 96 mil · 1.511 votosR$ 63,8
- Luciano Rangel Jr PSBR$ 103 mil · 1.797 votosR$ 57,1
- Jorge Castor MDBR$ 71 mil · 1.541 votosR$ 46,2
- Professor Marcos Ribeiro PTR$ 51 mil · 1.506 votosR$ 33,8
- Fabiano Horta PTR$ 52 mil · 1.693 votosR$ 30,4
Votos por real
- 2008, vereador: 113 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 403 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.