Henrique Áreas
Henrique Areas de Araujo · nasceu em 1985
Henrique Áreas se candidatou em 4 eleições, de 2016 a 2026, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, nas duas medidas
As medidas concordam: ele fica entre −0,89 e −0,68 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita).
Tema por tema, pelo que diz
Pelo que diz
−0,68
esquerda
Henrique Áreas
Governador · PCO
De −0,89 a −0,46 (90%), por 9 reportagens de 7 veículos, 2026.
- Cost.Costumes––
- Amb.Meio ambiente––
- Inst.Instituições––
Toque num tema para ver as reportagens.
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Reportagens: estimativa preliminar, só votos, projetos, medidas e declarações da própria pessoa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2018 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
Sempre pelo PCO.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: governador, 2026, não eleito.
Declarou ao TSE em 2026: 41 anos, superior completo, jornalista e redator, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2026
- 2020
- 2018
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Henrique Áreas declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2026, para governador: R$ 10 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2026 · Governador · Minas Gerais · PCO · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2026.
As contas de 2026 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.
Quanto custou cada voto: governador, Minas Gerais, 2026
Mediana da disputa: R$ 3,61 por voto. Quem venceu, Cleitinho Azevedo, gastou R$ 0,18 por voto. O voto mais caro custou R$ 33,8; o mais barato, R$ 0,18.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Alexandre Kalil PDTR$ 13,7 milhões · 403.466 votosR$ 33,8
- Rafael Duda PSTUR$ 90 mil · 4.764 votosR$ 18,8
- Mateus Simões PSDR$ 8,4 milhões · 530.292 votosR$ 15,8
- Gabriel MDBR$ 3,1 milhões · 237.051 votosR$ 12,9
- Flávio Roscoe PLR$ 6,1 milhões · 795.193 votosR$ 7,62
- Patrus Ananias PTR$ 10,9 milhões · 3.006.088 votosR$ 3,61
- Ben Mendes MISSÃOR$ 112 mil · 80.308 votosR$ 1,40
- Professor Túlio Lopes PCBR$ 11 mil · 10.957 votosR$ 1,00
- Indira Xavier UPR$ 9,2 mil · 20.662 votosR$ 0,44
- Cleitinho Azevedo REPUBLICANOSR$ 1,2 milhão · 6.321.590 votosR$ 0,18
Votos por real
- 2016, prefeito: 466 votos por R$ 1.000, 6,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.