Apuração
Vereador · 2020 · MDB

Hélio Costa

Hélio Costa de Campos Mello · nasceu em 1949

Hélio Costa se candidatou em 3 eleições, de 2014 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,31← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2014MDB2016MDB2020MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

Sempre pelo MDB.

Dep. federalVereadorPartidoMDB2014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 71 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    MDB 15080· centro-direita
    suplente
  2. 2016
    MDB 15333· centro-direita· na urna, Helio Costa
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  3. 2014
    Deputado federal · Minas Gerais
    MDB 1513· centro-direita
    suplente4.112 votos; 164º mais votado de 620 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Hélio Costa teve 4.112 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 164º lugar entre 620 candidatos.

Recebeu votos em 486 cidades. Belo Horizonte deu 8,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 35,7%.

4.112 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 4.112 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)346 votos8,4%
  2. Manhuaçu (MG)284 votos6,9%
  3. Uberlândia (MG)241 votos5,9%
  4. Matipó (MG)87 votos2,1%
  5. Governador Valadares (MG)65 votos1,6%
  6. Outras 471 cidades2.643 votos64,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Hélio Costa declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 8,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Belo Horizonte (MG) · MDB · votos anulados pela Justiça Eleitoral

De onde veio

R$ 8.685
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.685.
  1. Outros candidatosR$ 7.26083,6%
  2. PessoasR$ 1.42516,4%

Para onde foi

R$ 8.685
O maior gasto foi com serviços: 36% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.685.
  1. ServiçosR$ 3.09935,7%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 2.81732,4%
  3. Material impressoR$ 2.76931,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Belo Horizonte (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 77,6 por voto. Quem venceu, Juliano Lopes, gastou R$ 46,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 161; o mais barato, R$ 46,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado federal: 658 votos por R$ 1.000, 12 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.