Helhão
Helio Chaves de Melo · nasceu em 1948
Helhão se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PV (2002), MDB (2004), PV (2008–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 68 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
- 2002Deputado federal · Minas GeraisPV 4343· centro-esquerda· na urna, Hélio Chavessuplente2.195 votos; 225º mais votado de 415 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Helhão teve 2.195 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 225º lugar entre 415 candidatos.
Recebeu votos em 133 cidades. Ponto dos Volantes deu 21,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Helhão declarou R$ 56,9 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- HelhãoR$ 56,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Helhão declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Ponto dos Volantes (MG) · PV · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.71079,3%
- PessoasR$ 1.13319,1%
- Outros candidatosR$ 971,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.88148,8%
- TransporteR$ 2.04834,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4868,2%
- OutrosR$ 4868,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Ponto dos Volantes (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 69,4 por voto. Quem venceu, Pingo Da Farmacia, gastou R$ 41,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 214; o mais barato, R$ 41,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Auranio Jardim PPR$ 10 mil · 47 votosR$ 214
- Maurin De Solange PPR$ 8,8 mil · 45 votosR$ 196
- Versiani Gusmão PATRIOTAR$ 11 mil · 109 votosR$ 102
- Dizão PSCR$ 11 mil · 135 votosR$ 82,6
- Guina No Marinheiro MDBR$ 14 mil · 197 votosR$ 70,1
- Nilvan Borges MDBR$ 10 mil · 147 votosR$ 69,7
- Nubinho PTR$ 9,9 mil · 142 votosR$ 69,4
- Mirtes Gusmão PSCR$ 12 mil · 192 votosR$ 64,9
- Sargento Claudionor PRPR$ 8,9 mil · 158 votosR$ 56,1
- Tauzinho Da Palha PTR$ 13 mil · 246 votosR$ 52,6
- Guel Oliveira PATRIOTAR$ 11 mil · 262 votosR$ 42,6
- Pingo Da Farmacia PSDBR$ 11 mil · 254 votosR$ 41,4
Votos por real
- 2016, vereador: 6,1 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 5,2 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.