Helcio Bino
Helcio Jose Bino · nasceu em 1967
Helcio Bino se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PV.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2010Deputado federal · ParanáPV 4302· centro-esquerdasuplente367 votos; 212º mais votado de 265 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Helcio Bino teve 367 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 212º lugar entre 265 candidatos.
Recebeu votos em 54 cidades. Curitiba deu 24,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Helcio Bino declarou R$ 415,9 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Paraná em 2008.
- Helcio BinoR$ 415,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 465,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 578 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Apartamento edificio belle villeR$ 128,8 milImóveis
- Cotas suza vídeoR$ 106,5 milEmpresas e participações
- Ford eco sport 2005R$ 105,2 milVeículos, barcos e aeronaves
- Renault laguna 1998 placa ASX0088R$ 75,5 milVeículos, barcos e aeronaves
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Helcio Bino declarou ao TSE R$ 65 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 58 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · São José dos Pinhais (PR) · PV · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 4.62160,5%
- Próprio bolsoR$ 3.01439,5%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, São José dos Pinhais (PR), 2020
Mediana da disputa: R$ 24,6 por voto. Quem venceu, Delegado Michel, gastou R$ 9,76 por voto. O voto mais caro custou R$ 95,9; o mais barato, R$ 9,76.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mauro Knorst PSLR$ 32 mil · 329 votosR$ 95,9
- Bira Do Banco PROSR$ 79 mil · 1.685 votosR$ 47
- Pastor Gilmar REPUBLICANOSR$ 45 mil · 1.042 votosR$ 43,1
- Silvio Santo REPUBLICANOSR$ 44 mil · 1.239 votosR$ 35,3
- Eduardo Foggiatto PSCR$ 40 mil · 1.128 votosR$ 35,3
- Ton Rodrigues REDER$ 27 mil · 960 votosR$ 28,3
- Tico Setnarsky PSCR$ 32 mil · 1.287 votosR$ 24,6
- Adilson Freitas REPUBLICANOSR$ 29 mil · 1.204 votosR$ 23,8
- Luiz Monteiro CIDADANIAR$ 41 mil · 1.788 votosR$ 23
- Fátima De Paula PODER$ 26 mil · 1.553 votosR$ 16,9
- Samuel Pinheiro REPUBLICANOSR$ 26 mil · 1.579 votosR$ 16,7
- Delegado Michel PSDR$ 28 mil · 2.884 votosR$ 9,76
Votos por real
- 2020, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 21 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.