Heitor Bragança Repórter
Heitor Bragança Lemos · nasceu em 1967
Heitor Bragança Repórter se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: DEM (2002), MDB (2004), PP (2012), PSB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, superior completo, locutor e comentarista de rádio e televisão e radialista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2004
- 2002Deputado federal · Minas GeraisDEM 2566· direita· na urna, Heitor Bragançasuplente22.566 votos; 91º mais votado de 415 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Heitor Bragança Repórter teve 22.566 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 91º lugar entre 415 candidatos.
Recebeu votos em 283 cidades. Itabira deu 85,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Heitor Bragança Repórter declarou R$ 60,3 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- Heitor Bragança RepórterR$ 60,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Heitor Bragança Repórter declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Barão de Cocais (MG) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Barão de Cocais (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 43,6 por voto. Quem venceu, Rafael Tcheba, gastou R$ 10 por voto. O voto mais caro custou R$ 181; o mais barato, R$ 10.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tenente Raposo PSLR$ 14 mil · 78 votosR$ 181
- Marisa Lopes PSBR$ 17 mil · 179 votosR$ 93,8
- Djavan Marques PTR$ 5,9 mil · 68 votosR$ 86,7
- Lúcio Pastor Lução Sindicato AVANTER$ 15 mil · 250 votosR$ 60
- Chorão Do Gesso PSDBR$ 6,8 mil · 129 votosR$ 52,5
- Tião Vereador PDTR$ 14 mil · 287 votosR$ 49,3
- Paulo Hospital PSBR$ 11 mil · 257 votosR$ 43,6
- Dr Washington AVANTER$ 9,3 mil · 251 votosR$ 37,1
- Nick PSBR$ 4 mil · 128 votosR$ 31,5
- Mourão PSDBR$ 4,1 mil · 135 votosR$ 30,4
- Léo De Lalau REDER$ 4,2 mil · 281 votosR$ 14,9
- Rafael Tcheba PSBR$ 4 mil · 401 votosR$ 10
Votos por real
- 2012, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.