Apuração
Vereador · 2008 · MDB

Heitor

Heitor Bini · nasceu em 1955

Heitor disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Pouso Redondo (SC)), pelo MDB: eleito.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 53 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Pouso Redondo (SC)
    MDB 15010· centro
    eleito421 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Heitor declarou R$ 625,6 mil em bens, em reais de hoje: 4,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.

R$ 625,6 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 232.000 na declaração)

Declarou 4,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.

  • HeitorR$ 625,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 625,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Heitor declarou ao TSE R$ 2,8 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Pouso Redondo (SC) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 2.784
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.784.
  1. Próprio bolsoR$ 2.18578,5%
  2. PartidoTudo de Diretório MunicipalR$ 30811,1%
  3. EmpresasTudo de Jornal Vale Oeste LtdaR$ 1876,7%
  4. PessoasR$ 1043,8%

Para onde foi

R$ 2.784
O maior gasto foi com outros: 47% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.784. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Comercio De Combustiveis Scoz LtdaR$ 93733,7%
  2. Material impressoTudo de Grafica Free Way LtdaR$ 42815,4%
  3. EscritórioR$ 1204,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Pouso Redondo (SC), 2008

Mediana da disputa: R$ 19,6 por voto. Quem venceu, Gionei, gastou R$ 6,69 por voto. O voto mais caro custou R$ 48,8; o mais barato, R$ 6,69.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Popo PSDBR$ 8,3 mil · 170 votosR$ 48,8
  • Sinesio MDBR$ 4,5 mil · 125 votosR$ 35,6
  • Geronimo PLR$ 11 mil · 303 votosR$ 34,8
  • Prof. Rene MDBR$ 5,2 mil · 219 votosR$ 23,9
  • Alda Steil PPR$ 4,1 mil · 176 votosR$ 23
  • Luiz Do Verdao PPR$ 4,7 mil · 210 votosR$ 22,6
  • Cleison Fronza CIDADANIAR$ 6,6 mil · 335 votosR$ 19,6
  • Ali MDBR$ 6,5 mil · 347 votosR$ 18,9
  • Gilmar Esser PLR$ 5,4 mil · 353 votosR$ 15,2
  • Laerte Da Rohden DEMR$ 4,1 mil · 347 votosR$ 11,7
  • Marlene MDBR$ 3,3 mil · 290 votosR$ 11,2
  • Gionei MDBR$ 3,6 mil · 534 votosR$ 6,69

Votos por real

  • 2008, vereador: 151 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.