Apuração
Deputado federal · 2022 · MDB

Heder Lafetá

Heder Lafeta Martins · nasceu em 1961

Heder Lafetá se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2022, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,27← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MOBILIZA2022MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: MOBILIZA (2004), MDB (2022).

Dep. federalVereadorPartidoMOBILIZAMDB’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2022, suplente.

Declarou ao TSE em 2022: 61 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado federal · Minas Gerais
    MDB 1530· centro-direita
    suplente2.178 votos; 333º mais votado de 1.035 no estado
  2. 2004
    MOBILIZA 33345· centro-direita· na urna, Heder Lafeta
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Heder Lafetá teve 2.178 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 333º lugar entre 1.035 candidatos.

Recebeu votos em 245 cidades. Montes Claros deu 14,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 53,3%.

2.178 votos
votos para deputado federal em 2022
Cada quadrado é 1% de 2.178 votos.
  1. Montes Claros (MG)307 votos14,1%
  2. Janaúba (MG)171 votos7,9%
  3. Jaíba (MG)103 votos4,7%
  4. Belo Horizonte (MG)88 votos4%
  5. Francisco Sá (MG)74 votos3,4%
  6. Outras 230 cidades1.017 votos46,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Heder Lafetá declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado federal: R$ 24 mil, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Deputado federal · Minas Gerais · MDB · suplente

De onde veio

R$ 24 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 24 mil
O maior gasto foi com pessoal: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 24 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal6 pessoas, não nomeadasR$ 13 mil54,3%
  2. InternetTudo de Dlocal Brasil Instituicao De Pagamento S.A.R$ 1.8027,5%
  3. EscritórioR$ 7< 0,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Minas Gerais, 2022

Mediana da disputa: R$ 44,1 por voto. Quem venceu, Fred Costa, gastou R$ 20,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 133; o mais barato, R$ 20,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputado federal: 91 votos por R$ 1.000, 5,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 170 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.