Apuração
Deputado estadual · 2006 · CIDADANIA

Haroldo Muniz

Haroldo Jose Muniz · nasceu em 1971

Haroldo Muniz disputou uma eleição, em 2006, para deputado estadual (Roraima), pelo CIDADANIA: suplente.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoCIDADANIA0,00← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoCIDADANIA2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 35 anos, superior completo, engenheiro. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Roraima
    CIDADANIA 23230· centro
    suplente1.597 votos; 28º mais votado de 369 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Haroldo Muniz teve 1.597 votos para deputado estadual, 0,8% dos votos válidos do estado: 28º lugar entre 369 candidatos.

Recebeu votos em 15 cidades. Boa Vista deu 28,0% deles.

1.597 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.597 votos.
  1. Boa Vista (RR)447 votos28%
  2. São João da Baliza (RR)442 votos27,7%
  3. São Luiz (RR)339 votos21,2%
  4. Rorainópolis (RR)147 votos9,2%
  5. Cantá (RR)60 votos3,8%
  6. Bonfim (RR)1 voto0,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Haroldo Muniz declarou R$ 229,6 mil em bens, em reais de hoje: 7,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Roraima.

R$ 229,6 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 77.000 na declaração)

Declarou 7,2 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Roraima em 2006.

  • Haroldo MunizR$ 229,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 31,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 782 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 229,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Haroldo Muniz declarou ao TSE R$ 57 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado estadual · Roraima · CIDADANIA · suplente

De onde veio

R$ 57,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 57,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PartidoTudo de Comitê Financeiro Distrital/Estadual Para Deputado Estadual Pps-RrR$ 8.16014,3%

Para onde foi

R$ 57 mil
O maior gasto foi com outros: 60% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 57 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosR$ 34 mil59,7%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Roraima, 2006

Mediana da disputa: R$ 77,3 por voto. Quem venceu, Raul Lima, gastou R$ 43,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 285; o mais barato, R$ 43,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 28 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.