Haroldo de Souza
Haroldo Joaquim de Souza · nasceu em 1944
Haroldo de Souza se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: PHS (2002), MDB (2004–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 67 anos, até o fundamental, locutor e comentarista de rádio e televisão e radialista. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio Grande do SulPHS 31311· centro-direitasuplente14.185 votos; 126º mais votado de 461 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Haroldo de Souza teve 14.185 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 126º lugar entre 461 candidatos.
Recebeu votos em 317 cidades. Porto Alegre deu 52,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 81,1%.
- Porto Alegre (RS)7.439 votos52,4%
- Canoas (RS)614 votos4,3%
- Viamão (RS)510 votos3,6%
- Alvorada (RS)483 votos3,4%
- Gravataí (RS)311 votos2,2%
- Outras 302 cidades2.685 votos18,9%
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Haroldo de Souza declarou R$ 492,7 mil em bens, em reais de hoje: 5,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 186,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- Haroldo de SouzaR$ 492,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Haroldo de Souza declarou ao TSE R$ 437 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 147 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Porto Alegre (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- EmpresasR$ 29,2 mil37,7%
- PessoasR$ 24,9 mil32,1%
- PartidoR$ 17,7 mil22,8%
- Próprio bolsoR$ 5.7407,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 53,6 mil69,1%
- PessoalR$ 22 mil28,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.9972,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Porto Alegre (RS), 2012
Mediana da disputa: R$ 88,3 por voto. Quem venceu, Claudio Janta, gastou R$ 52,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 841; o mais barato, R$ 52,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Toninho Bueno PPR$ 617 mil · 733 votosR$ 841
- Pablo Mendes Ribeiro MDBR$ 865 mil · 4.183 votosR$ 207
- André Carús MDBR$ 583 mil · 3.592 votosR$ 162
- Engenheiro Comassetto PTR$ 756 mil · 5.426 votosR$ 139
- Jussara Cony PC do BR$ 601 mil · 5.686 votosR$ 106
- Alberto Kopittke PTR$ 534 mil · 5.280 votosR$ 101
- Mauro Zacher PDTR$ 993 mil · 11.244 votosR$ 88,3
- Cássio Trogildo PTBR$ 809 mil · 9.541 votosR$ 84,8
- Márcio Bins Ely PDTR$ 963 mil · 13.336 votosR$ 72,2
- Valter Nagelstein MDBR$ 606 mil · 8.940 votosR$ 67,8
- Dr. Goulart PTBR$ 554 mil · 8.569 votosR$ 64,7
- Claudio Janta PDTR$ 565 mil · 10.675 votosR$ 52,9
Votos por real
- 2012, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 149 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.